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08.03.2019 17:47

Círculos de Paz promovem reflexão e autoconhecimento para servidoras
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 Momentos de reflexão, de troca de experiências, de valorizar o outro e de autoconhecimento. Essas são algumas das características dos Círculos de Construção de Paz, realizados na quinta e sexta-feira (7 e 8 de março) para as servidoras do Tribunal de Justiça. A dinâmica ocorreu no auditório Gervásio Leite, na sede do Judiciário, em Cuiabá, promovido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher), em parceria com o Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) e teve como facilitadora convidada a psicóloga Adriana Pontes.
 
A presidente do NugJur, desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou da dinâmica e disse que esta foi uma ocasião para que as próprias servidoras fossem beneficiadas com as ferramentas restaurativas que o Tribunal de Justiça tem investido e propiciado ao público externo e que alguns setores internos ainda não tinham conhecimento. “Foi uma oportunidade de brindar as servidoras com essa possibilidade de aproximação, conhecimento e valorização por esse dia [da Mulher]”, acrescentou.
 
De acordo com a magistrada, a prática circular tem muitas funções e a que foi realizada nesses dois dias, segundo ela, foi voltada para a celebração com fundo reflexivo sobre o papel da mulher enquanto servidora, como pessoa, para se valorizar e se sentir valorizada. “Isso para nós tem uma relevância muito significativa, de conhecer uns aos outros porque muitas vezes não sabemos a história de vida daquele que há anos trabalha ao nosso lado e que poderia me ajudar em alguns pontos para eu me sentir mais forte. Esses momentos são voltados para compartilhar aquilo que realmente vai em nosso íntimo, na nossa alma, não só no aspecto negativo, mas também no positivo”, explicou.
 
A coordenadora da Cemulher, desembargadora Maria Erotides falou que esses momentos foram proporcionados para troca de ideias, para as servidoras serem ouvidas e fortalecidas em seus valores. “Algumas pessoas que participaram me disseram que esse foi o melhor presente que o Tribunal de Justiça deu a elas durante todo o tempo de carreira e isso para mim foi muito importante ouvir. Esse foi um carinho para elas pelo dia de hoje”, comentou.
 
Para a assessora Keli Lopes o Círculo de Paz foi uma surpresa interessante porque pôde conhecer melhor os colegas. “O nosso relacionamento será muito melhor. Consigo entender, observar a dor dele, se é ríspido, porque age assim. Embora eu seja muito extrovertida, eu penso que eles também terão outra visão de mim. O ganho emocional é muito grande. Tivemos a experiência de libertação. Foi marcante pra mim. Quando a gente se encontra o mundo muda”, ressaltou.
 
Quem também gostou muito de participar da dinâmica foi a servidora Neuza Miranda. Ela se surpreendeu com algumas questões pelas quais colegas passam que muitos nem imaginam. “No círculo a pessoa encontra o bálsamo. A vivência de muitas mulheres traz a solução para outras, além de muitas coisas boas para quem participa”, falou.
 
Participando pela segunda vez de um Círculo de Construção de Paz, a servidora do Departamento de Orientação e Fiscalização (DOF), da Corregedoria-Geral da Justiça, Maria José Silva Grisólia, que trabalho no Departamento disse que esta ferramenta realmente proporciona a paz. Esse foi um dos motivos que a levou a se inscrever. “O círculo faz você se sentir mais a vontade, expressar aquilo que está dentro de você. É um aprendizado e só vem a nos engrandecer”, afirmou.
 
Os Círculos de Paz também foram realizados no Fórum de Cuiabá, onde cerca de 150 servidoras se inscreveram. Na segunda-feira (11 de março) será o último dia da dinâmica, que ocorrerá durante todo o dia.
 
 
Dani Cunha/Ranniery Queiroz
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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