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Poder Judiciário de Mato Grosso

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23.04.2019 15:26

Turma de 90 comemora 29 anos de vida dedicada à Justiça
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Uma vida dedica à Justiça. Esta é a marca da trajetória da turma de 1990 que tomou posse no Poder Judiciário de Mato Grosso. Nesta semana o desembargador Dirceu dos Santos, a desembargadora Serly Marcondes Alves e a juíza Flávia Catarina Oliveira Amorim Reis, comemoram 29 anos de magistratura.
 
O desembargador Dirceu dos Santos nasceu em Ortigueira (PR). Formou-se em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1983 e depois mudou-se para Diamantino (208 km de Cuiabá) para exercer a advocacia. Após concurso público, foi nomeado no dia 23 de abril de 1990 como magistrado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
 
Durante 21 anos percorreu o Estado para jurisdicionar nas comarcas de Água Boa, Nova Xavantina, Alto Araguaia, Rosário Oeste, Nobres, Juína, Diamantino e Cuiabá.
 
Foi promovido por merecimento para o cargo de desembargador em agosto de 2011, presidindo a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) e o Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, atualmente é membro da 3ª Câmara de Direito Privado e da 2ª Turma das Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Privado e Seção de Direito Privado.
 
A mesma emoção de celebrar 29 anos de magistratura vive a colega, desembargadora Serly Marcondes Alves que tem mais coisas boas do que ruins para lembrar dessas quase três décadas de serviços prestados, desses 22 anos são em comarcas.
 
Quem vê a carreira consolidada de Serly nem imagina que a primeira opção dela foi a engenharia elétrica. Só depois de se casar e ter uma filha, resolveu ouvir familiares do lado materno ligados ao Direito e cursou a faculdade. Na carreira aprendeu a ser conciliadora, a ouvir as pessoas, se relacionar melhor com os outros.
 
Curitibana de nascença, e filha de pai cuiabano, cresceu na Cidade Verde. No Poder Judiciário conheceu todas as comarcas. Passou por Alta Floresta, Tangará da Serra, Cáceres, Poconé, Canarana, substituiu em Nova Xavantina, em Água Boa, São Félix do Araguaia, Sorriso, Sinop, São José do Rio Claro, Diamantino, Nobres, Arenápolis, e sempre que solicitada atendia a Corregedoria Geral de Justiça para conhecer outras comarcas.
 
Apesar dos inúmeros julgamentos difíceis que teve que encarar, a desembargadora não sentiu o peso dos anos, diz que quer seguir no TJMT até o 75 e se a lei mudar e ela estiver com a mesma disposição, até quando conseguir. O compromisso de piso para decidir de forma célere, com eficiência e extremamente legalista fez com que ascendesse por merecimento ao Tribunal, há sete anos. Para ela um caminho natural, pautado pela dedicação à justiça
 
A terceira integrante a comemorar 29 anos de magistratura é a juíza Flávia Catarina Oliveira Amorim Reis, atualmente lotada na Vara Especializada de Execução Fiscal de Cuiabá.
 
A dedicação ao judiciário começou cedo, em 1985, aos 22 anos de idade como assessora da 3ª Vara Civil de Cuiabá. No ano seguinte se tornou diretora administrativa, financeira e patrimonial do recém inaugurado Fórum de Várzea Grande e em 1987 atuou como magistrada dativa no Juizado de Pequenas Causas em Cuiabá.
 
Após concurso, jurisdicionou em Nortelândia, Arenápolis, foi juíza diretora do Fórum de Cuiabá, Nobres, Rosário Oeste até ser promovida em 1992 em Mirassol D’Oeste, depois passou por Cáceres até chegar a 10ª Vara Criminal de Cuiabá, onde atuou por 18 anos, chegando a substituir na ausência ou vacância de titular Vara Militar e desde 2016 está na Execução Fiscal.
 
Lembra da dificuldade da época que administrava o Fórum de Várzea Grande, quando os materiais de expediente eram escassos, até a evolução do Diário da Justiça Eletrônico e sonha com o avanço do Poder Judiciário ainda mais.
 
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Alcione dos Anjos
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