Vídeo: Comissão Judiciária de Adoção faz balanço de 2025 e planeja ações de Acolhimento Familiar
Garantir
os direitos das crianças e dos adolescentes, por exemplo, por meio da promoção
do acolhimento familiar, é uma das funções do Poder Judiciário estadual. Em
2025, seguindo normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Comissão
Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso
esteve em eventos importantes, como a Corrida de Reis e a Expedição
Araguaia-Xingu. Também promoveu o 4º Encontro Estadual de Defesa do Estatuto da
Criança e do Adolescente (ECA), realizou ações de promoção e preparo para a
adoção, com inclusão e diversidade, agilizando processos, melhorando o
acolhimento familiar, criando programas e projetos de incentivo à adoção.
De
acordo com o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento do CNJ, em 2025, 71
crianças foram adotadas em Mato Grosso, mantendo a média de 2024, quando 72
ganharam um novo lar.
Neste
ano, 85 crianças estão aptas para adoção, muitas delas vivendo de forma
temporária com famílias acolhedoras e não em abrigos institucionais. Diante da
expectativa dos adolescentes que vivem nessa situação, a Ceja-MT implementará
neste ano o Programa Novos Caminhos, visando o desacolhimento planejado desses jovens.
“Nós assinamos um termo de cooperação com o CNJ. Ele vai preparar os jovens
para o desligamento do serviço de acolhimento familiar, quando completarem 18
anos. Serão, então, oferecidos cursos profissionalizantes, cursos na área de
informática e outros, visando a preparação desses jovens”, informa a
secretária-geral da Ceja-MT, Elaine Zorgetti Pereira.
Ela
destaca que o serviço de acolhimento familiar tem como objetivo cadastrar
pessoas e famílias que queiram acolher crianças e adolescentes. “Então, a
criança e o adolescente não vai para o serviço de acolhimento institucional,
ela vai para uma família, que vai acolhê-la e vai prepará-la tanto para o retorno
à família de origem, quanto para adoção”, explica.
Em
Cuiabá, o programa Família Acolhedora é regido por uma lei municipal, mas o
objetivo da Ceja é expandi-lo para todo o estado. “Temos no nosso estado cinco
municípios onde já foi implantado o serviço de acolhimento familiar e, agora
estamos incentivando os demais municípios a implantarem”, afirma Elaine
Zorgetti.
Confira a reportagem em vídeo no canal do TJMT no
YouTube.
Leia também:
Programa Família
Acolhedora será apresentado à população de Cuiabá
Mais acolhimento,
menos abrigos: TJMT impulsiona programa Família Acolhedora em Mato Grosso
Comissão Judiciária
de Adoção capacita mais de 300 profissionais e fortalece programas em 2025
Magistrados e
servidores da Infância e Juventude são capacitados para atendimento Família
Acolhedora
Celly Silva e Camila Freitag
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
Notícias Relacionadas
30/01/2025 14:06
Poder Judiciário e Ampara renovam parceria para fortalecer a adoção em Mato Grosso
12/01/2025 13:53
Tribunal de Justiça de Mato Grosso leva ações de impacto social para a 40ª Corrida de Reis
16/01/2025 17:55
Palestra em Pontes e Lacerda desmistifica entrega voluntária de bebês para adoção











