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Poder Judiciário de Mato Grosso

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11.10.2012 16:47

Educação Continuada Agentes participam de campanha por voto consciente
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Agentes participam de campanha por voto consciente

 

 

Os agentes comunitários de Cuiabá, Várzea Grande e Acorizal ligados ao Programa Justiça Comunitária do Poder Judiciário de Mato Grosso conheceram na noite desta quarta (29 de agosto) o projeto Seu Voto – Nosso Futuro, que começa a ser desenvolvido pelo Tribunal de Justiça em conjunto com a Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

  

 

Contando com as parcerias do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Mato Grosso (OAB-MT), os organizadores do projeto vão distribuir cartilhas e realizar palestras nos bairros, escolas e universidades para convencer a população a não vender o voto e não colaborar com a prática de corrupção eleitoral. As atividades começam a partir desta quinta (30 de agosto) e segue até o dia 27 de setembro.

 

  

           “Temos uma cultura em que o eleitor acha normal receber algo em troca do voto e precisamos mudar isso, lançar a semente mesmo que o terreno não seja fértil. Queremos mostrar a importância e as consequências do voto, porque vender o voto é trair a sua própria consciência.”, observou o juiz auxiliar da presidência do TRE, Jorge Tadeu.

  

Nesta quarta-feira, na Escola dos Servidores Desembargador Atahide Monteiro da Silva, os agentes puderam ampliar os seus conhecimentos sobre os crimes eleitorais, o papel do juiz eleitoral e os mecanismos de denúncia que estão à disposição do eleitor. Assim eles poderão repassar o que aprenderam aos vizinhos e a comunidade à qual pertencem.

 

 

“O cidadão tem que saber avaliar não só as propostas dos candidatos, mas também a sua vida pregressa e se realmente tem capacidade para governar. A pessoa tem que votar não pelo interesse pessoal, mas pensando no bem da sociedade”, alerta o coordenador do projeto Seu Voto – Nosso Futuro, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior.

 

  

 

 

A coordenadora do programa Justiça Comunitária, juíza Ana Cristina Silva Mendes, ressalta que é extremamente importante o engajamento do agente comunitário nesta luta, tendo em vista que ele tem desempenhado papel importante na formação de cidadãos e tem sido o principal elo da Justiça com a população mais carente que necessitada de informação e assistência jurídica. “Nestas últimas horas que antecedem o pleito temos a participação dos agentes como formadores de opinião, guerreiros contra a corrupção e guardiões para que o processo democrático de direito se concretize no dia 7 de outubro”, ponderou.

  

A bancária Janaína da Costa Meira, 28, e a auxiliar de RH Larissa Cristina da Silva, 24, atuam como agentes comunitárias em Acorizal há mais de um ano e meio e contam como grande parte da população ainda não sabe o que é compra de voto.

 

 

“Muitos acham que devem favor a um determinado político só porque ele conseguiu uma vaga de UTI em um hospital ou ajudou com transporte para ir em busca de tratamento médico. Assim, acabam votando no candidato sem se importar se ele é o melhor ou o mais preparado”, lamenta Larissa.

 

 

 

 

“A gente pede para as pessoas não votarem naquele candidato que oferece vantagens pessoais, porque aquele que está distribuindo sacolão, combustível, material de construção, se eleito, vai desviar dinheiro dos cofres públicos para se ressarcir do prejuízo financeiro que teve durante a campanha”, observa Janaína.