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30.07.2013 12:23

Terceiro Juizado arquiva mais de 5 mil processos
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O mutirão desencadeado pela Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ/MT) no Terceiro Juizado Especial Cível de Cuiabá, instalado nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso, já trouxe resultados bastante expressivos: 5.150 processos foram arquivados em quatro semanas de trabalho, o que representa pouco mais de 27% dos feitos em trâmite no referido juizado no início da ação (cerca de 19 mil). Os trabalhos, iniciados em 1º de julho, prosseguem até o dia 15 de agosto.
 
 
 juiz Emerson Cajango
“Essa resultado representa a efetividade da Justiça. Nosso volume de trabalho é muito grande, mas estamos nos esforçando ao máximo para regularizar a situação do juizado. Ainda estamos longe da condição ideal, mas estamos no caminho. Nossa meta é que até o final do ano o Terceiro Juizado esteja regularizado”, afirma o juiz Emerson Luis Pereira Cajango, que junto com o juiz Edson Dias Reis conduz o juizado. A meta dos dois magistrados para o ano é encerrar 2013 com 12 mil ações em trâmite.
 juiz Edson Reis 
 
 
Os processos arquivados tramitavam via Projudi (Processo Judicial Digital) e em sua grande maioria eram relativos ao direito do consumidor. Segundo Emerson Cajango, o resultado obtido até agora só foi possível porque toda a força de trabalho dos magistrados e assessores foi direcionada para o trabalho de arquivamento. Nos meses anteriores, a média de arquivamento variou de 400 a 600 processos.
 
Ao todo, até agora 2.350 petições foram analisadas, 574 cartas de citação expedidas, 688 avisos de recebimentos foram juntados e 350 foram expedidos. “A vinda de servidores da Corregedoria para auxiliar no mutirão contribuiu muito. São pessoas gabaritadas e com experiência no Projudi”, complementa o magistrado.
 
Segundo o magistrado, essa semana o foco será outro. “Vamos direcionar nossos esforços para expedir mais de 150 alvarás de liberação de dinheiro às partes, que certamente ficarão bastante satisfeitas”, ressalta Emerson Cajango. Como exemplo desse mutirão, ele cita o caso de uma parte que conseguiu sacar R$ 8 mil que estavam depositados judicialmente desde 2011.
 
 
Lígia Tiemi Saito Arruda
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
(65) 3617-3620/3571
 
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