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 08/11/2012   09:40 

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TJMT salta de 17º lugar para 5º em apenas um ano

Investimentos em tecnologia, automação, gestão e capacitação de servidores fizeram com que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso saltasse do 17º lugar entre os Tribunais de Justiça do País em 2010 para o quinto lugar em 2011 em capacidade de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). Os dados constam do relatório anual divulgado nesta terça-feira (6 de novembro) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
Segundo o coordenador de Tecnologia da Informação (TI) do TJMT, Carlos Campelo, com as licitações realizadas pela atual Administração e que estão em andamento, como a compra de novos storages (meios de armazenamento de alta capacidade), computadores, impressoras, multifuncionais, duas salas seguras e virtualização de storages, a expectativa é de que no relatório de 2013, que tomará por base os números de 2012, o TJMT alcance uma das três primeiras colocações na classificação geral.
 
Conforme o relatório do CNJ, em 2010 a capacidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso era de 66,75% e em 2011 passou a ser de 81,51%. Esse avanço fez com que o TJMT saltasse do nível médio de satisfação para o aprimorado, sem passar pelo satisfatório. Um dos maiores avanços, que ajudou a elevar o índice do TJMT, conforme Campelo, foi a capacitação dos servidores, que em 2010 era de 10% e em 2011 cresceu para 17%.
 
Para o relatório do próximo ano, o coordenador de TI estima que os investimentos em equipamentos resultem em um aumento de pelo menos 2% no quesito tecnologia e mais cerca de 3% em automação, elevando o atual índice, de 81,51%, para 86,51%, alcançando assim os dois primeiros colocados, que são, respectivamente, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que aparece com 86,98%, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), com 86,47%.
 
 Para se chegar a esses índices, o CNJ atribui peso de 20% para cada um de cinco grandes grupos que tratam do Porte (capacidade) dos Tribunais nos seguintes quesitos: Tecnologia; Força de trabalho total mínima de TIC, Automação, Governança de TI e Capacitação. Nesses quesitos são analisados desde a quantidade de servidores efetivos até o ano de fabricação dos equipamentos.
 
Além de colocar o Tribunal de Justiça de Mato Grosso em posição de destaque nacional, Campelo destaca que o principal beneficiado é o jurisdicionado, já que o investimento em tecnologia se traduz em eficiência e celeridade. O CNJ analisa também, além dos Tribunais de Justiça estaduais, os tribunais federais, os superiores, do Trabalho, eleitorais e militares.
 
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Fotos: Jocil Serra/Agência Phocus
 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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