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 25/01/2013   18:03 

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Tecnologia é o caminho para acelerar o 1º Grau

A intensificação do uso de tecnologia da informação para os Tribunais de Justiça dos Estados é uma questão de sobrevivência para as Cortes e o compartilhamento de ferramentas e sistemas é um caminho sem volta. A afirmação foi feita pelo corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Márcio Vidal, nesta sexta-feira (25 de janeiro) ao realizar a abertura da terceira reunião de trabalho da Comissão de Tecnologia do Colégio de Corregedores da Justiça Estadual e Distrito Federal.
 
“Estamos aqui neste encontro para fazermos um balanço do que desenvolvemos até agora e do que ainda não realizamos e que poderá ser feito daqui em diante. Temos que reafirmar a importância desta Comissão para o judiciário porque esse caminho é irreversível para qualquer empresa ou instituição no mundo que queira produzir: é preciso buscar na tecnologia métodos de melhorar e dar concretude à brevidade do processo judicial ao Primeiro Grau”, disse Márcio Vidal.
 
A comissão foi instituída em abril de 2012 com o objetivo de fomentar o uso comum de ferramentas e sistemas na magistratura nacional no âmbito da Primeira Instância, visando dar mais celeridade aos serviços jurisdicionais prestados à sociedade.
 
“O desembargador Márcio Vidal é um entusiasta desta área de tecnologia e trouxe mais uma vez este encontro para Cuiabá para discutirmos e trocarmos conhecimentos. Esta forma de interação permite que todos os tribunais façam investimentos inteligentes, sem perder tempo e trabalho individuais em criar sistemas que já existem e poderão ser compartilhados”, disse o presidente do TJMT, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho.
 
Na parte da manhã, representantes do Paraná e do Amazonas apresentaram o sistema de processo eletrônico utilizado nos dois Estados. “O Paraná nos cedeu esse sistema e o adequamos à nossa realidade e já o implantamos em 14 Comarcas, que estão 100% virtualizadas”, informa o corregedor do Amazonas e coordenador de tecnologia de informação do TJAM, Yedo Simões de Oliveira. O desembargador lembra que o processo virtual propicia a inclusão social das comunidades no Estado localizadas em regiões onde os acessos apenas são possíveis por meios de transporte aéreos ou fluviais.
 
“Este encontro é fundamental neste momento para Mato Grosso porque estamos em fase de definição do sistema a ser adotado por este Tribunal e estamos conhecendo e analisando alguns deles para decidirmos qual será o melhor para nós”, informou o desembargador Orlando Perri, que no dia primeiro de março assume a presidência do TJMT.
 
A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso apresentou o Banco Nacional de Projetos das Corregedorias (BNPC), abrigado no site www.bnpc.tjmt.jus.br. O portal é considerado um ‘ponto de encontro’ entre as Corregedorias, que o abastecem com informações sobre ferramentas e sistemas utilizados por cada órgão e que poderão ser compartilhados. O BNPC foi criado pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), da CGJ-MT.
 
 
Fotos: Jocil Serra/Agência Phocus
 
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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