Juiz faz trabalho de conscientização em escolas
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O juiz substituto Fabrício Sávio da Veiga Carlota, da Comarca de Aripuanã (1.002km a Noroeste de Cuiabá), iniciou neste mês de março uma parceria com a Escola Estadual São Francisco de Assis visando conscientizar os alunos sobre o malefício causado pelo uso de drogas lícitas e suas conseqüências. Na última quarta-feira (6 de março), o magistrado foi até a escola e proferiu palestra, abordando os riscos do consumo de bebidas alcoólicas, cigarros, anabolizantes, anorexígenos, energéticos e seus efeitos.
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A iniciativa surgiu juntamente com a preocupação do Judiciário local com o acesso cada vez mais fácil que crianças e adolescentes têm para obter drogas lícitas, seja em casa, no comércio local ou nos anúncios na internet. “A preocupação é latente, porque as drogas lícitas são facilmente comercializadas”, destaca o juiz.
O magistrado, que já tem o hábito de participar de campanhas e eventos escolares na cidade sobre os mais variados temas, como cidadania, violência contra a mulher e os efeitos do álcool ao dirigir, agora se tornou colaborador oficial da unidade de ensino.
Neste primeiro trabalho na escola São Francisco de Assis, o magistrado e a promotora de Justiça Luciana Fernandes Freitas abordaram o tema sob vários prismas. A promotora falou da degradação humana que leva ao uso indiscriminado das drogas legalizadas. Já o magistrado alertou sobre os efeitos das drogas lícitas e ilícitas como o crack, cocaína, maconha, skank, oxi, crystal e o "boa noite cinderela".
Fabrício também orientou os alunos sobre a importância de se manter o respeito e o diálogo com os professores e genitores. “Fazer atividades saudáveis e exercitar a mente são procedimentos que mantêm as pessoas longe dos males causados pelas drogas”, aconselhou.
Os próprios alunos também colaboraram com as apresentações e debates. Eles fizeram uma dramatização teatral demonstrando como ocorre a abordagem e o aliciamento de uma suposta "vítima" ainda na escola. O personagem apresentado começou com uma cerveja, seguiu para o cigarro, passou para a cocaína e veio a óbito por overdose.
Com esse trabalho social, o representante do Judiciário em Aripuanã quer mostrar à sociedade que o magistrado deve ser um pacificador social e bastante acessível à população. “Temos que disseminar o conhecimento de forma positiva dentro da sociedade com o intuito de atuar tanto na prevenção como na precaução dos possíveis danos. Espero com o singelo trabalho ter conscientizado os que estavam presentes e que isso seja passado adiante, a fim de que possamos cuidar de nossas crianças, que são o nosso futuro”, frisa.
Glaucia Colognesi
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
(65) 3617-3393/3394












