Secretário aborda condutas de proteção
A parte mais vulnerável no aparato tecnológico utilizado para segurança é o ser humano e o vazamento de dados e informações classificadas como sigilosas pode trazer transtornos seja para uma instituição ou para uma pessoa. O assunto foi tratado na manhã desta sexta-feira (5 de abril) pelo secretário adjunto de Administração Penitenciária da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, coronel Clarindo Alves de Castro.
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O coronel abordou o tema Condutas de Proteção para militares da Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça e servidores da sede do Poder Judiciário e das Comarcas de Cuiabá e Várzea Grande. A palestra fez parte da programação realizada em comemoração aos cinco anos de instalação da Escola dos Servidores Desembargador Atahide Monteiro da Silva.
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“Dentro ou fora de uma instituição, as pessoas precisam adotar algumas medidas e algumas delas são até relativamente simples de serem tomadas”, disse o coronel citando como exemplos cuidados com senhas e bloqueio de computadores, uso de crachás, classificação e descarte de lixo e conversas por telefone ou por e-mail.
Castro lembrou da importância de o usuário se proteger quando sair de perto do computador, bloqueando a máquina para a sua segurança. Ele também cita alguns cuidados como não deixar a tela do computador posicionada para a porta ou para a janela.
“Existem diversas ações simples que podem ser realizadas para inibir possíveis ameaças cibernéticas. Mas o ponto mais vulnerável é o ser humano, que pode ser cooptado por dinheiro, ideologia ou pelo ego”, ressalta.
O vazamento de informações sigilosas, segundo ele, é uma das principais preocupações dos agentes de inteligência das instituições de segurança, sejam elas locais, nacionais ou internacionais.
Sandra Pinheiro Amorim/Juliana Polippo
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