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 20/08/2013   16:50 

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Defesa alega fragilidade das provas

 
A defesa do técnico de informática Carlos Henrique Costa Carvalho, 25 anos, acusado de ter matado o menino Ryan Alves Camargo, 4 anos, e a avó do garoto, Admárcia Mônica da Silva Alves, 44 anos, alega que seu cliente não cometeu o crime, diz que as provas dos autos são frágeis e pede a absolvição do acusado.
 
O Júri Popular, que está acontecendo no Fórum da Capital, teve início às 8 horas, com intervalo ao meio dia e retomada às 13 horas, dando início as alegações da defesa.
 
O crime, que chocou a população pela brutalidade, aconteceu no dia 11 de novembro de 2012. O menino foi jogado vivo da ponte Júlio Muller, sobre o rio Cuiabá, e a avó morreu queimada dentro de casa, após Carlos Henrique esfaqueá-la, jogar álcool em seu corpo e atear fogo.
 
O Ministério Público do Estado defende a condenação do réu por homicídio triplamente qualificado, já que as vítimas foram mortas por meio cruel, por motivo torpe e que impossibilitou a defesa de ambas.
 
O advogado do técnico em informática, Jorge Godoy, está pedindo a absolvição do réu pela morte da criança e tentando tirar as qualificadoras do crime cometido contra Admárcia.
 
A expectativa é que o júri termine no início da noite desta terça-feira (20 de agosto).
 
 
Janã Pinheiro e Raquel Ferreira
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
(65) 3617-3393/3394