Servidores se reúnem para padronizar andamentos
A Corregedoria-Geral da Justiça prorrogou os andamentos do mutirão no Terceiro Juizado Especial de Cuiabá para o dia 1º de outubro, conforme estabelecido na Portaria nº 55/2013 (confira aqui). Os servidores atuam de forma voluntária nos trabalhos que possibilitaram 5.112 novas sentenças até o momento e têm expectativa de baixar os estoques de 21 mil processos para 13 mil. Nesta quinta-feira (15), eles participaram da Oficina do Mutirão Processual, realizada na Escola dos Servidores Desembargador Atahide Monteiro da Silva.
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Na oportunidade, desenvolveram a padronização e impulsionamento dos feitos relacionados ao mutirão. “Quando iniciamos o mutirão tínhamos pouco mais de 19 mil processos. O resultado está ótimo. Nossa meta é regularizar a Secretaria e sintonizá-la com os magistrados, assim baixaremos ainda mais os estoques processuais. Devemos produzir 7 mil sentenças até o fim deste mutirão”, ponderou o juiz Edson Dias Reis, que desenvolve os trabalhos no Terceiro Juizado em conjunto com o juiz Emerson Cajango. |
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O diretor do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje/Corregedoria), Fabison Cardoso, explicou a importância da padronização dos feitos, sem se perder tempo. “O objetivo maior foi estabelecer a padronização de feitos, retirando etapas burocráticas, para dar maior celeridade”. |
| A gestora em substituição legal do Terceiro Juizado, Diná Calixto de Lima, ressaltou o momento do mutirão. “Estamos na fase de cumprimento de muitas decisões judiciais. Impulsionar, expedir mandados, cartas de citação e intimação estão entre os principais feitos”. | ![]() |
O coordenador da Secretaria da Corregedoria, Lusanil Egues da Cruz, ressaltou a importância do trabalho voluntário dos servidores. “Constatamos servidores comprometidos com a causa de um melhor Judiciário. Juntos vamos conseguir vencer essa batalha pela baixa no estoque processual”.
| Lotada no Posto Avançado do Juizado Especial do Procon, Ana Léia Candini Ramos Arantes é uma das seis servidores voluntárias no mutirão. Ela revelou o prazer que sente em saber que está contribuindo para a melhoria da prestação jurisdicional. “O mutirão tem sido desenvolvido fora de nosso horário normal de trabalho, ou seja, não prejudica minhas funções no local onde estou lotada. A principal diferença é que o jurisdicionado perceberá a melhora em nossos serviços, ficando mais fácil a movimentação dos processos em decorrência da baixa processual”. | ![]() |
Ranniery Queiroz (texto e fotos)
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
(65) 3617-3571/3620
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