Justiça busca viabilizar abrigo em Paranatinga
A Justiça, o Ministério Público e o Rotary, integrado por vários empresários, se uniram em Paranatinga (373 km a sul de Cuiabá) para viabilizar a construção de uma casa para abrigar crianças sob a custódia do poder público, encontradas em situação de vulnerabilidade social, sejam órfãs, abandonadas por pais viciados em drogas, vítimas de abuso ou violência doméstica.
Em parceria, as instituições buscam arrecadar fundos, materiais de construção e conquistar colaboradores. Segundo o juiz Alcindo Peres da Rosa, da Primeira Vara da comarca, a Prefeitura já se comprometeu a disponibilizar o terreno ao lado de sua sede. Um profissional da área de engenharia civil também vai elaborar e doar o projeto arquitetônico da obra.
O magistrado conta que depois dessas duas promessas se concretizarem, o grupo irá fazer o orçamento dos materiais e da mão-de-obra para depois correr atrás de novos patrocinadores.
Hoje em Paranatinga existe uma Casa de Retaguarda com sete crianças tanto do sexo feminino como masculino, mas a instituição possui um ambiente pequeno e inadequado. “Ela não tem aparência de um lar. Não há espaço para as crianças brincarem ou para a instalação de parquinhos”, frisou.
Glaucia Colognesi
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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