Perri define ações emergenciais
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Atualizada às 17h47 de 15/09 – O presidente do TJMT, Orlando Perri, se reuniu neste domingo com todos os coordenadores e equipes afins para analisar os prejuízos causados pelo incêndio que atingiu o DMP, onde funcionava a Gráfica do Tribunal e estavam armazenados arquivos de processos administrativos e históricos. As primeiras medidas são no sentido de manter as atividades do Judiciário em funcionamento e para isso alguns serviços serão contratados emergencialmente. O desembargador conclamou servidores e magistrados a racionalizarem os gastos com material de consumo. Nas comarcas do interior, os estoques estão garantidos até o final de outubro. No decorrer da semana, o desembargador vai definir mais ações. Entenda o caso - O incêndio teve início por volta da zero hora de sábado (14 de setembro), destruindo o DMP, que funcionava em um imóvel localizado na Av. Miguel Sutil, próximo ao Parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá. |
De acordo com informações do coordenador Militar do Tribunal de Justiça, coronel Wilson Batista, o vigilante escutou um estrondo vindo do telhado, em uma sala próxima a cozinha. Logo em seguida, ele viu fumaça saindo pelo teto e acionou o Corpo de Bombeiros.
Na madrugada de sexta-feira, carros do Corpo de Bombeiros e caminhões-pipa trabalharam no local para tentar conter as chamas, controladas 15 horas depois. O presidente do Tribunal de Justiça, Orlando Perri, acompanhou os trabalhos da equipe do Corpo de Bombeiros e solicitou que à Polícia Técnica do Estado (Politec) realize perícia no local, para descobrir as causas do incêndio.
Além da gráfica, o imóvel, de aproximadamente mil metros quadrados, abrigava também o mobiliário do Poder Judiciário de Mato Grosso, como mesas, cadeiras, armários, entre outros móveis que são encaminhados para as comarcas de todo o Estado.
Conforme o coronel Batista, até que a perícia seja realizada, não é possível afirmar o que ocasionou o incêndio. “Só eles poderão dizer, é prematuro falarmos qualquer coisa antes da perícia realizar o seu trabalho”.
Janã Pinheiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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