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 10/10/2014   17:43 

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Magistrado explica estrutura Judiciária

A Corregedoria-Geral da Justiça realizou na manhã desta sexta-feira (10 de outubro), na Escola Rafael Rueda, no Bairro Jardim Umuarama em Cuiabá, o Plano de Ação Permanente Judiciário na Escola. O tema: A organização Judiciária e seus Membros chamou atenção dos 45 alunos da sexta série. O juiz da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher Jamilson Haddad ministrou a aula e realizou atividade interativa com os estudantes.
 
O magistrado abordou a importância do estudo e da escola, em seguida a estrutura do Poder Judiciário, explicando as diferenças entre a Primeira, Segunda e Terceira Entrâncias. A forma como a Justiça pode e deve ser utilizada e as funções dos advogados, promotores, defensores e magistrados também foram esclarecidas.
 
“Fiquei feliz em participar mais uma vez da ação da Corregedoria, pois em um bairro de crianças muito carentes e com certeza com problemas familiares, ainda encontramos o brilho nos olhos. Eles sonham com um futuro melhor e a escola é o instrumento no presente, para concretizar esse futuro. O Judiciário desenvolve um papel muito importante dentro desta possibilidade de melhoria ao estar mais próximo deles”, ponderou o juiz Jamilson.
 
A estudante Elizabeth dos Santos de 11 disse que gostou da aula diferente. “É muito difícil ser juiz, tomar decisões, julgar pessoas. Tem que usar a Justiça para não cometer erros. Gostei muito da aula. Descobri agora que mesmo quem não tem dinheiro pode usar a Justiça”, ressaltou a estudante que quer ser professora.
 
A coordenadora pedagógica da Escola Rafael Rueda, Graziellli Versalli, também destacou a importância da atenção do Poder Judiciário. “É muito interessante esse tipo de aula. A nossa clientela é carente precisa de atenção especial. Eles ficaram entusiasmados, participaram e gostaram muitos. Isso ajuda a fazer com que a escola se torne atrativa e mude a perspectiva de vida destas crianças que vivem uma realidade difícil na maioria dos casos. A presença do Judiciário traz segurança”.
 
Ao final das atividades foi simulado um Tribunal do Juri com as crianças. “O júri demonstra como a pratica do crime é reprimida pela própria sociedade e por isso a importância de não praticá-lo”, concluiu o juiz.
 
Ranniery Queiroz
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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(65) 3617-3571/3620
 
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