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 02/10/2014   15:19 

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TJMT retoma consultoria externa ISO 9001

Quando se trata de qualidade não é aceito gambiarra. Assim foi aberta a palestra do professor e consultor Mauriti Maranhão, no TJMT, durante a manhã desta quinta-feira (2 de outubro), que contou com a participação da alta direção do TJMT, servidores e desembargadores. O encontro foi realizado na Escola dos Servidores e segue até amanhã (3).
 
A consultoria integra os trabalhos para manutenção do certificado ISO 9001:2008, conquistado pelo TJMT em 2012. Nesta etapa, pretende-se consolidar o conceito sobre a necessidade de implementar a gestão profissional na Justiça Estadual e assegurar a eficácia e a eficiência nos serviços administrativos e também jurisdicionais.
 
“Certificação ISO é o mínimo que uma instituição consolidada precisa ter. A norma reúne todas as falhas que já foram cometidas por empresas similares e, neste sentido, trabalha preventivamente. Aqueles órgãos que querem ser excelentes no que fazem e querem entregar um trabalho de qualidade não admitem erros, pois sabem que falhas negligenciadas acabam sendo incorporadas à nossa vida”, explica o consultor.
 
Maranhão afirma ainda que o Judiciário é o repositório final da democracia, e por isso, a sociedade, os magistrados e os próprios servidores, há muito tempo não aceitam mais uma Justiça frágil. “Hoje o Judiciário é uma referência e serve de exemplo para outros órgãos públicos e o fortalecimento da Justiça significa o fortalecimento da democracia”, confirma.
 
Trabalhos começam na Presidência
 
O presidente do TJMT, desembargador Orlando Perri, recebeu o professor consultor Mauriti Maranhão na tarde de quarta-feira (1º de outubro) para dar início ao trabalho que está sendo desenvolvido. Na reunião, realizada na sala da Presidência, Maranhão apresentou dados de uma pesquisa realizada em setembro de 2014 com os servidores envolvidos na manutenção da certificação ISO 9001.
 
Perri lembrou, durante a reunião, que mais difícil que conseguir a certificação é mantê-la. “Em cada rodada de certificação são abertas janelas novas com cobranças diferentes. É um atestado de incompetência perder um certificado deste porte ou deixá-lo de lado”, explicou o presidente.
 
Maranhão ressaltou que na totalidade o diagnóstico foi positivo, já que é possível perceber nas pessoas uma grande vontade em participar do processo e garantir um resultado afirmativo. Ele afirmou ainda que percebeu soluções interessantes e busca por melhorias contínuas. “Isso é muito bom, pois quando a instituição não tem mais o que melhorar é porque ela já inexiste”, pontuou o consultor.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
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