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 16/05/2014   11:12 

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Avaliação de desempenho é pauta de reunião

 
 
 
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso de Mato Grosso deu mais um passo na implantação da metodologia da avaliação de desempenho com foco em competências. Nesta quinta-feira (15 de maio) foi realizada uma reunião com um profissional da Leme Consultoria, Renan Sinachi, para afinar os próximos passos a serem dados. Esta foi a primeira reunião de três que ocorrerão.
 
Durante o encontro foi elaborada uma estratégia de abordagem de metas. A partir de agora, serão organizadas as metas já existente na instituição, avaliados os impactos e discutidos qual o papel dos servidores para o alcance das expectativas. As metas também serão classificadas der acordo com a complexidade. A definição das metas será feita por representação das classes que compõe o judiciário já que não é possível discutir o assunto com todos. A próxima reunião será em junho.
 
De acordo com o consultor, a metodologia implantada no judiciário usa um modelo contemporâneo buscando avaliar o desempenho por meio da identificação da entrega do profissional como um todo. Ele afirma ainda que os métodos mais antigos avaliavam os servidores apenas pela produção, mas isso hoje é considerado um conceito primitivo.
 
“O servidor será avaliado em quatro perspectivas, comportamental, técnica, responsabilidade e metas (veja quadro). As metas representam 25% da avaliação do servidor, os outros 75% correspondem às outras perspectivas. O servidor será avaliado por sua capacidade intelectual e não pela capacidade braçal. Inicialmente as metas serão mais globais e ano após ano elas passarão a ser mais específicas”.
 
Renan Sinachi explica que as metas pelos quais os servidores serão analisados já existem na instituição e algumas delas são estipuladas pelo CNJ, e estas metas já são apuradas. “A única coisa é que nunca se vinculou as metas ao trabalho do servidor. A nossa instituição trabalhava como se elas fossem distantes do dia-a-dia das pessoas, mas quando Judiciário atinge um objetivo, significa que os profissionais da instituição atingiram o resultado. E muitas vezes o profissional não sabe disso. Então nós vamos vincular as metas já existentes ao trabalho das pessoas”.
 
Ele afirma ainda que não importa se as pessoas estão distante da capital ou perto porque a meta ocorre por conta da função que o servidor exerce. “Há diferença das metas da área fim para a área meio e cada um exerce funções diferentes, por isso será avaliado diferentemente.”
 
O consultor terminou informando que é importante os servidores entenderem que as metas não são operacionais e de procedimentos, elas são globais e cada um contribuindo e fazendo o seu trabalho vai culminar no alcance de algo maior. “O fato de um servidor utilizar mais capacidade mental para executar um serviço não vai implicar na avaliação de metas, e sim na comportamental e técnica. E não é por isso que ele pode pensar que contribui mais ou menos que o colega, pois as avaliações comportamentais e técnicas são individuais e não para fazer comparação entre as pessoas”.
 
 
 
 

Perspectivas para avaliação vertical

 
 
 
 
Comportamental

 

Se o servidor apresenta um padrão de conduta adequado à função que ele tem. Por exemplo, trato com os jurisidicionados, com os colegas, com os subordinados ou com os líderes.

 

 
 
 
Técnica

 

Se o servidor está preparado, ou não, para executar as atribuições que lhe são dadas. Por exemplo, se ele domina os programas que precisa utilizar, se eles conhecem as leis que são aplicadas naquela unidade, enfim, as qualidades que a função que ele exerce requer.

 

 
 
Responsabilidade
 

 

Se o servidor consegue executar as tarefas que lhe são dadas de forma correta e com excelência.

 

 
 
Metas

 

Se o servidor faz diferença no alcance de resultados estipulado para a organização.

 

 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
(65) 3617-3393/3394

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