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 13/08/2014   18:50 

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Corregedoria visita Juizados do Maruanã e da UFMT

O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Sebastião de Moraes Filho, visitou nesta terça-feira (12 de agosto) os Juizados Especiais do Complexo Maruanã e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), para acompanhar de perto os trabalhos que vêm sendo realizados pelos juízes que atuam nessas unidades. Além disso, a visita teve o intuito de incentivar os magistrados a reduzirem a taxa de congestionamento processual.
 
Até junho deste ano, os nove juizados especiais situados em Cuiabá e Várzea Grande registravam 226 mil processos. Para o corregedor-geral, o desempenho dos juízes deve ser enaltecido, especialmente por conta da alta demanda e destaca que 31 mil processos já estão conclusos para sentenças e despachos.
 
O corregedor solicitou ainda que os magistrados apresentem, no prazo de cinco dias, plano de trabalho para melhorar ainda mais os dados. Dentro de 60 dias todos os processos devem ser sentenciados e despachados. “Os benefícios serão colhidos no futuro”.
 
Ressalta, ainda, que a Corregedoria Geral da Justiça também existe para orientar os magistrados e não somente para fiscalizar e corrigir a atuação deles. Neste sentido, garante que sua experiência na magistratura está à disposição dos colegas. “Precisamos dos juizados para que a Justiça de Mato Grosso continue no patamar que está”.
 
O juiz Eduardo Calmon de Almeida Cezar, do Primeiro Juizado Especial Cível de Cuiabá, considera importante a Corregedoria acompanhar os trabalhos das unidades judiciárias. “Justamente para conhecer a realidade, saber realmente das necessidades e lutas diárias que os magistrados enfrentam com o objetivo de diminuir o número de estoque de sentenças e processos, que afligem toda a sociedade”.
 
O diretor do Complexo Maruanã, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, elogia a aproximação da Corregedoria com os juízes. “Nós dos juizados, até pelo princípio da informalidade, abraçamos esse tipo de visita e a possibilidade que nós temos de discutir nossos problemas e ouvir o corregedor”.
 
Camila Cecílio
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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