Ir para o conteúdo principal
Selo de Transparência
Logo CNJ

 29/01/2015   17:35 

Compartilhe: 

Planejamento para os próximos 6 anos é aprovado

O Planejamento Estratégico Participativo 2015/2020 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi aprovado por unanimidade pelo Pleno na tarde desta quinta-feira (29 de janeiro). Após uma série de reuniões com desembargadores, servidores e instituições parceiras, o planejamento - que deve contemplar as próximas três gestões do TJMT - foi concluído e aprovado.
 
Segundo explica o presidente do Tribunal, Orlando Perri, o Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, por resolução, deliberou por construir o seu planejamento estratégico de forma participativa, ouvindo todos os segmentos da sociedade.
 
“E por isso mesmo iniciamos a construção desse documento em outubro de 2013, percorrendo todas as comarcas pólo do Estado. Ouvimos magistrados, servidores, advogados, Ministério Público, Defensoria, enfim, todos os segmentos foram contemplados”, garante Perri.
 
Ao todo, 35 projetos foram inseridos no planejamento, que tem como objetivo orientar as ações da Justiça mato-grossense a longo prazo. “A princípio parece um número muito extenso de projetos, mas tivemos que manter todos eles diante das necessidades apresentadas. Temos um grande desafio pela frente. São seis anos que a administração do Tribunal tem que trabalhar nesses projetos, para que possamos ao final alcançar a eficiência desejada, especialmente no que tange à baixa do estoque processual”, explica o presidente.
 
O Planejamento Estratégico Participativo possui três pilares. São eles, gestão de pessoas, gestão de tecnologia e gestão de trabalho. O documento atende a uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no que diz respeito ao planejamento estratégico dos Tribunais de Justiça em todo o país.
 
“Por mais que seja uma imposição do CNJ, vejo o planejamento como uma necessidade e acredito que ele vai trazer muitos resultados. A começar pelo alcance de objetivos pré-definidos e finalizando com a economia de energia e recursos públicos. Se pudéssemos definir com uma frase todo esse processo, eu diria que é como se estivéssemos colocando a administração em um piloto automático. Entra administrador, sai administrador, mas todos sabendo que rumo deve tomar”, assegura Perri.
 
Mariana Vianna
Coordenadoria de Comunicação do TJ
imprinsa@tjmt.jus.br
(65) 3617-3394/3409