Tráfico de mulheres é tema de reunião de trabalho
Representantes do Poder Judiciário de Mato Grosso estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (30 de março) com o coordenador do Comitê Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Cetrap-MT), Daniel Almeida de Macedo, para debater a questão do consentimento e da vulnerabilidade da vítima no tráfico de mulheres.
“Tendo em vis
ta que o consentimento da mulher muitas vezes é viciado por fatores sociais, psicológicos e afetivos, ele se torna irrelevante justamente em virtude dessa vulnerabilidade da mulher. Ou seja, é considerado crime mesmo sendo praticado com a aceitação da vítima”, defende Daniel Almeida de Macedo, coordenador do Cetrap-MT e também oficial de Inteligência da Abin.
ta que o consentimento da mulher muitas vezes é viciado por fatores sociais, psicológicos e afetivos, ele se torna irrelevante justamente em virtude dessa vulnerabilidade da mulher. Ou seja, é considerado crime mesmo sendo praticado com a aceitação da vítima”, defende Daniel Almeida de Macedo, coordenador do Cetrap-MT e também oficial de Inteligência da Abin.
Daniel Macedo conta que o comitê é composto por representantes do Poder Público e da Sociedade Civil Organizada, e que a Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) é representada pela juíza auxiliar Amini Haddad. “Há muito ainda a ser alcançado, pois o tráfico de mulheres é um crime complexo, com implicações históricas, sociais e culturais. No entanto, o vigor e a dedicação dos integrantes do Cetrap demonstra que há um caminho promissor a ser seguido, e para vencer esta séria ameaça todos devemos caminhar juntos”, destaca.Durante a reunião, foram discutidos ainda aspectos técnicos e jurídicos, e ações de repressão ao tráfico de mulheres em Mato Grosso. Participaram do encontro representantes da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Ministério Público, Defensoria Pública e polícias Civil e Militar.
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