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 28/04/2015   23:26 

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Defesa alega forte emoção para justificar crime

O advogado de Evanderly de Oliveira Lima, Edno Damascena, alegou que o réu estava sob forte emoção quando atirou e matou a juíza Glauciane Chaves de Melo, em junho de 2013. "Esse homem que estamos julgando, por um fato que ocorreu em cinco minutos, viveu o relacionamento com intensidade. É um homem de carne e osso, méritos e defeitos. Confessou que atirou, matou e está arrependido", disse o advogado para os jurados.
 
Na sustentação da defesa, Edno ressaltou que a justiça não significa condenação e nem punição. Para ele, o melhor conceito de justiça é "dar a cada um aquilo que é seu". O advogado falou ainda que o réu se comportou bem diante do interrogatório no Tribunal do Júri, respondendo a todas as perguntas e reconhecendo a ajuda que recebeu da vítima para terminar os estudos.
 
Elogio - Durante a apresentação da defesa, Edno Damascena elogiou a conduta do Poder Judiciário de Mato Grosso por aceitar o pedido de desaforamento e transferir o julgamento do réu de Alto Taquari para Alto Araguaia. De acordo com o advogado, o Judiciário agiu com imparcialidade e mostrou não ser uma instituição corporativista, por se tratar do assassinato de uma juíza.

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