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 25/05/2015   17:38 

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Sistema garante agilidade e transparência à adoção

 
A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) lançou na manhã desta segunda-feira (25 de maio) o Cadastro Estadual Informatizado de Pretendentes à Adoção (clique aqui). Essa ferramenta tecnológica permite que os pretendentes a pais adotivos iniciem o processo pela internet em Mato Grosso, não sendo mais necessário o deslocamento até a Vara da Infância e Juventude. O sistema pode ser acessado de computadores e smartphones.
 
“As informações dos pretendentes à adoção são inseridas diretamente no sistema, assim como os documentos necessários para iniciar o processo. As vantagens são a possibilidade de alterar o perfil desejado a qualquer momento, o acompanhamento da posição na fila de adoção e a facilidade da atualização de dados cadastrais como telefone e endereço. Isso tudo garante mais transparência e segurança ao processo”, garante o juiz auxiliar da CGJ Luiz Octávio Saboia.
 
Inicialmente o cadastro está operando apenas em Cuiabá e Campo Verde (a 131 km da capital), como projeto piloto. A previsão é de que em 60 dias ele esteja em funcionamento nas 79 comarcas do Estado. “A ideia é que o sistema sincronize as informações de todas as cidades e, no futuro, faça interface também com o cadastro do Conselho Nacional de Justiça”, pontua o magistrado.
 
O juiz acrescenta que está em estudo pela CGJ e pela Ceja a criação de um Cadastro Estadual Informatizado das Crianças e Adolescentes Aptos à Adoção. “Dessa forma, haverá um encontro de duas fontes que facilitará o processo de adoção”, considera Luiz Octávio Saboia, ressaltando que o objetivo principal é reduzir o número de crianças institucionalizadas.
 
“A criança tem direito à convivência familiar, de sentir o colo quentinho da sua mãe, de sentir o abraço amigo do seu pai. E toda criança tem o direito sim de ouvir deles uma canção de ninar. Tomara que a nossa semana, que começa com o lançamento do Cadastro Estadual Informatizado dos Pretendentes à Adoção, termine com a redução do número de crianças acolhidas”, finalizou a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Maria Erotides Kneip.
 
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