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 19/11/2016   16:10 

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PJMT investe em tecnologia na nuvem

Mais eficiência, agilidade, segurança, escalabilidade e redução de custos. Estes são alguns dos benefícios que o Poder Judiciário de Mato Grosso passou a ter a partir desta sexta-feira (18 de novembro), com o funcionamento da nuvem privada. A cerimônia de lançamento ocorreu ontem, na Escola dos Servidores do Poder Judiciário Estadual.
  
O investimento na ordem de R$ 9 milhões, feito pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), permitiu a orquestração de um datacenter totalmente virtualizado com autoatendimento e automatização.
  
As ferramentas adquiridas - Vcloud e Vrealize, da fabricante Vmware - propiciam um novo ambiente de negócio, de acordo com o supervisor do projeto, juiz auxiliar da Presidência João Thiago Guerra. “A implantação da nuvem é um divisor de águas para o Judiciário, pois marca um importante momento do processo de renovação e amadurecimento da forma como a área de tecnologia do Poder Judiciário trabalha. Com a implantação da nuvem privada, estamos profissionalizando uma série de serviços que já eram prestados pela área, agora com a possibilidade de medição de consumo de recursos e seu melhor aproveitamento. A área de tecnologia do Poder Judiciário tem feito um grande esforço para deixar o modelo tradicional reativo e se aproximar das áreas de negócio, contribuindo com seu desenvolvimento. Tudo graças à visão empreendedora do Desembargador Paulo da Cunha, que compreendeu o poder transformador da tecnologia”.
  
A infraestrutura virtualizada e disponibilizada para os usuários como um serviço, modelo conhecido por nuvem ou cloud, facilita a mensuração de custos atrelados ao consumo de ativos de tecnologia e viabiliza a priorização de investimentos. Esta ambiente, caracterizado pela capacidade de rápida adaptação às necessidades de sistemas como o Processo Judicial Eletrônico, resulta em melhoria dos serviços judiciários, pois garante alto desempenho e disponibilidade.
  
De acordo com o gerente de Conectividade do TJMT, Rodolfo Barbosa de Siqueira, há diversas vantagens com a adoção do serviço, a exemplo da segurança e resiliência. “Dentre os vários ganhos, temos ainda o fato de que com dois datacenters interligados e operando no modelo de nuvem, podemos trabalhar de forma otimizada, com possibilidade de migração das máquinas virtuais em caso de falhas, o que diminui as chances de interrupções dos serviços ou indisponibilidade dos sistemas. É o Judiciário de Mato Grosso na vanguarda desse tipo de tecnologia”.
  
Iniciativa que o presidente do TJMT, desembargador Paulo da Cunha, afirma ser parte dos investimentos contínuos estruturantes para a utilização de sistemas como o Processo Judicial Eletrônico (PJe). “Decidimos aplicar recursos na tecnologia porque entendemos o quanto ela contribui para a presteza e efetividade dos serviços prestados pela Justiça do Estado. A nuvem coloca o Judiciário como protagonista no uso da tecnologia para atendimento pleno dos nossos usuários”.
  
Resumindo o significado da aquisição efetuada pelo Tribunal de Justiça, o presidente da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), André Kompatscher, destacou. “O uso do cloud é uma tendência, que não é um custo como a maioria acredita, mas sim um investimento na evolução tecnológica. O presidente Paulo da Cunha está de parabéns pela sensibilidade sobre a questão”, conclui.
  
 
Viviane Moura/Fotos: Otmar de Oliveira (F5)
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