Estudantes de direito visitam Tribunal de Justiça
Alunos do curso de Direito do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag) tiveram a oportunidade de conhecer na prática o funcionamento da Justiça de Segundo Grau. Uma turma composta por mais de 70 estudantes visitou a sede do Tribunal de Justiça, conheceu a estrutura do Poder e recebeu informações em uma visita guiada.Os alunos do 4º ao 7º semestre também tiveram a oportunidade de assistir a um julgamento na Terceira Câmara Criminal e passaram pelo Espaço Memória, conheceram um pouco da história do Judiciário e foram recepcionados pelo juiz auxiliar da Presidência Aristeu Dias Batista Vilella. Em uma conversa informal e descontraída, o juiz mostrou para os estudantes a importância de investir na carreira e aperfeiçoar a formação acadêmica.
Aproveitando o Espaço Memória, Aristeu Vilella mostrou aos estudantes a evolução do processo judicial, saindo das sentenças manuscritas até o Processo Judicial Eletrônico (PJe), que está em fase de expansão no Judiciário Estadual. “A visita dos estudantes é muito importante, pois eles têm a oportunidade de conhecer pessoalmente o funcionamento do Poder Judiciário, o que torna mais fácil o aprendizado”, afirma.Para a estudante Emilly Farias Cavalcante, do 4º semestre, a visita foi útil para tornar mais claro os conceitos apresentados em sala de aula. Ela conta que gostou muito de assistir ao julgamento da câmara criminal. “Com a visita podemos compreender com mais tranquilidade os exemplos dos professores”, diz Emilly.
A turma foi coordenada pela professora Michele Marrie, que enfatizou a importância da visita guiada. “Os alunos tiveram contato pessoal com a atuação dos desembargadores, com a participação dos advogados fazendo sustentação oral e já puderam se familiarizar com a linguagem utilizada pelos operadores do direito”, explica.
A professora ressalta que aproveita a visita para levar exemplos para dentro da sala de aula. “Na faculdade estamos trabalhando com a prescrição penal, aqui no tribunal eles assistiram a um julgamento em que o advogado, na sustentação oral, falava sobre a prescrição. Isso engrandece muito o ensino”, explica a professora.
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Vlademir Cargnelutti/ Fotos: Tony Ribeiro (F5)
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