Pleno aprova 2ª versão do Planejamento Estratégico
O Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi revisado este ano para aprimorar seu conteúdo de acordo com o cenário macroeconômico e interno do Poder Judiciário atual. A 2ª versão do Planejamento Estratégico 2015-2020 foi aprovada na última sessão administrativa do Tribunal Pleno, por meio da Resolução nº 9/2017/TP.Os principais eixos acrescentados à publicação foram a gestão por processos, o modelo de governança e a criticidade de priorização dos projetos, conforme explica o coordenador de Planejamento (Coplan), Afonso Maciel.
“Na nossa avaliação, em dois anos e meio de implementação do Planejamento Estratégico, percebemos que o avanço que o Tribunal teve em termos de resultados deve-se muito aos projetos. Hoje nosso foco é agregar os processos de trabalho dentro do Planejamento Estratégico, melhorando nossa gestão por processos”, pontua o coordenador.
O termo projeto remete a um trabalho que tem início, meio e fim, enquanto o processo é algo contínuo. Traduzindo os termos técnicos, imagine que a instituição é uma casa. O projeto da casa implica em planejar a fundação, a arquitetura e a execução da casa, tijolo por tijolo, até a conclusão do produto final: a casa em si. Já o processo seria a manutenção da casa, o trabalho necessário para mantê-la em funcionamento, limpa, organizada, com todos os itens operando todos os dias.
“O gerenciamento da rotina é o que será o nosso desafio. Diferente do projeto, o processo exige o cotidiano, uma leitura de como é possível melhorar todo dia. Vai haver uma necessidade de um exercício interno de ressignificação do seu trabalho”, destaca.
De acordo com o coordenador da Coplan, os projetos desenvolvidos entre 2015 e 2017 contribuíram para a melhoria das competências, da gestão tecnológica e do espaço físico do PJMT. A partir de agora, é preciso buscar a estabilidade da organização e isso se dá com o aprimoramento dos processos de trabalho.
Paralelamente à implantação da gestão por processos, a 2ª versão do Planejamento Estratégico trouxe também a implantação do modelo de governança dividido em N1, N2, N3 e RAE (Reunião de Análise Estratégica). As reuniões dos membros de cada grupo são periódicas e fundamentais para o funcionamento da gestão por processos, pois são o momento de acompanhar o andamento de cada processo de trabalho e refletir de maneira transversal, observando todas as áreas como um todo.
Por fim, a última mudança do Planejamento Estratégica destacada por Afonso Maciel é a criticidade de priorização dos projetos. Apesar de todos os processos serem importantes para a instituição, é preciso escolher aqueles que são absolutamente prioritários analisando o custo, benefício, pesos e medidas das ações. Atualmente, o TJMT tem 32 processos de trabalho em andamento.
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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