Balanço 2017: resultados da CGJ são apresentados
Os resultados do primeiro ano de gestão da desembargadora Maria Aparecida Ribeiro e equipe na Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) foram apresentados pela Coordenadoria de Planejamento (Coplan) do Tribunal de Justiça, na manhã desta segunda-feira (18 de dezembro), no auditório Gervásio Leite. Denominado ‘encontro de avaliação’, o evento teve como público-alvo os próprios magistrados e servidores da CGJ, que puderam acompanhar o desenvolvimento dos projetos e os índices alcançados, de forma sistêmica.
Conforme o expositor Afonso Maciel, coordenador da Coplan, o objetivo da iniciativa é avaliar o passado para projetar o futuro, além de provocar a construção do conhecimento dentro da CGJ. “Grandes colheitas aconteceram esse ano”, afirmou, no início da apresentação. O primeiro resultado exibido foi o Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus), que avalia a eficiência do tribunal considerando o que foi produzido a partir dos recursos ou insumos disponíveis. Afonso Maciel falou da evolução do TJMT, que passou do último lugar entre os tribunais de médio porte em 2009 para o primeiro lugar em 2016. Na sequência, relatou a considerável queda da taxa de congestionamento, que colocou o TJMT como o segundo melhor na última edição do Relatório Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o coordenador da Coplan, esse progresso foi fundamental para a conquista do Selo Ouro, em novembro.
Afonso Maciel ainda divulgou um balanço parcial das Metas do CNJ, que aponta para o cumprimento da Meta 6 (Identificar e julgar 60% das ações coletivas distribuídas até 31/12/2014 no 1º grau), cumprimento parcial da Meta 2 (Identificar e julgar até 31/12/2017 pelo menos 80% dos processos distribuídos no 1º Grau até 31/12/2013 e 100% dos processos distribuídos nos Juizados Especiais até 31/12/2014) e grande possibilidade de cumprimento da Meta 1 (Julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos no ano corrente).
Para fechar, apresentou os números do Aprimoramento Processual Criminal, das correições ordinárias, das forças-tarefa, da Efetividade na Execução Fiscal, da Central de Processamento Eletrônico (CPe), além de projetos e ações realizados no decorrer do ano. Na etapa seguinte, exibiu um vídeo motivacional e destacou a importância de a equipe estar aberta a mudanças. Por fim, relacionou os próximos passos, entre eles, a sonhada conquista do Selo Diamante. “Parabéns a todos, vocês devem ter orgulho desse resultado”, encerrou. A reunião de balanço foi um pedido da desembargadora Maria Aparecida Ribeiro à Coplan, com o intuito de avaliar as ações e os projetos já desenvolvidos e projetar o ano de 2018. “Já podemos dizer que será um ano de muito, muito trabalho, para que possamos cumprir com o nosso objetivo maior que é melhorar a prestação jurisdicional”, assinalou. A corregedora considerou bom o resultado de 2017. “Além de conseguirmos executar o que planejamos, acredito que oferecemos um serviço de qualidade para a população”, opinou.
Ana Luíza Anache
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