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 25/05/2017   18:42 

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Corregedoria adere à campanha #AdotarÉamor do CNJ

 Dia Nacional da Adoção – 25 de Maio, 10h em Cuiabá, 11h em Brasília. O mar de servidores vestidos com a camiseta ‘Adotar é legal’ saiu pelas dependências da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) para fazer uma fotografia em frente à sede do Tribunal de Justiça. A imagem registrou o apoio do Poder Judiciário Estadual à campanha #AdotarÉamor, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e foi publicada nas mídias sociais: Facebook, Instagram, e Twitter.
 
Estimulados pela corregedora-geral da Justiça, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, e pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), cerca de 100 servidores se organizaram para fazer bonito e ficar bem na foto. Além do registro oficial, muitos cliques de celulares e selfies auxiliaram na divulgação da campanha. “Infelizmente não pude participar em razão de uma viagem a trabalho. Mas ficou lindo, me emocionei ao vê-los sorrindo. Isso é amor!”, afirmou a corregedora. A desembargadora foi representada pelas juízas auxiliares Jaqueline Cheruli e Ana Cristina Silva Mendes.
 
Twitter - A campanha #AdotarÉamor do CNJ ficou entre os sete assuntos mais comentados (Trending Topics) no Twitter em todo Brasil na manhã desta quinta-feira (25 de maio), Dia Nacional da Adoção. Mais de 108 milhões de pessoas foram alcançadas por posts que tinham a hashtag #AdotarÉamor, símbolo da iniciativa. Até às 15h de hoje, mais de 2 mil tuítes já tinham sido publicados em favor da ação de à estimulo adoção. A campanha ainda contou com a adesão de figuras públicas, de astros da TV, de instituições e de clubes de futebol.
 
Dados - Atualmente, de acordo com dados do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), há 7.628 crianças aptas à adoção e 39.737 mil interessadas em adotar. No entanto, essa conta não fecha principalmente porque o perfil desejado por quem quer adotar não é compatível com aquele das crianças que estão à espera da adoção. A maior incompatibilidade se dá em relação à idade: 91% dos pretendentes do cadastro só aceitam crianças até seis anos, enquanto 92% das crianças têm entre 7 e 17 anos de idade.
 
 
Ana Luíza Anache (com informações do CNJ)/Fotos: Francisco Sousa
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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