Servidores movimentam a máquina do PJMT
Principal engrenagem do Poder Judiciário, é deste modo que o coordenador de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Lusanil Egues, se refere aos servidores das 79 comarcas que tem garantido ao Estado reconhecimento em âmbito nacional. Graças à força de trabalho dos 8.248 integrantes do Judiciário, que se dividem entre magistrados, servidores e colaboradores, em seis anos, o TJMT alçou o posto de segundo colocado no ranking estabelecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quanto à redução do estoque processual, ficando atrás apenas do TJDF. No ano de 2009, Mato Grosso ocupava a última posição dentre os dez tribunais de médio porte.
“Nossos servidores são imprescindíveis para a prestação jurisdicional com excelência, por isso a atual administração tem investido maciçamente em capacitações. Valorização essa que se reflete na performance da instituição no atendimento ao cidadão, que é nosso principal cliente”, sintetiza o coordenador.Em 2016, conforme painel do projeto Justiça em Números, em relação à movimentação processual divulgada pela Coordenadoria de Planejamento (Coplan) foram baixados 518.815 mil processos, entre criminais e não criminais, de Primeiro e Segundo Graus. Um dos destaques do PJMT é do Índice de Atendimento à Demandas (IAD), onde os percentuais totais chegaram a 104,1%. A taxa de congestionamento concentrou 67,1%, enquanto que a taxa de conciliação subiu para 15,1% e o número de processos eletrônicos atingiu 67,2%.
“O Poder Judiciário só obteve esse salto de qualidade do trabalho devido ao engajamento de todos que compõem a organização e a ferramentas eficientes. Pudemos a partir daí traçar estratégias de curto, médio e longo prazos para assegurar a satisfação do jurisdicionado. Também dispomos de know how como o escritório de projetos. Além de uma visão efetiva com intuito de otimizar recursos para entregar mais à sociedade, um reflexo positivo direto na vida do jurisdicionado”, enfatiza o diretor de planejamento da Coplan, Flávio de Paiva Pinto.
Os gráficos apontam ainda que o Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus) entre 2010 e 2016, cresceu de 32,5% para 82,5%. Os indicadores referem-se ainda a casos novos por magistrados, julgados por magistrados, Índice de Produtividade por Magistrados (IPM), casos novos por servidor e Índice de Produtividade por Servidor (IPS-Jus). Os dados são inerentes à Justiça comum, Juizados Especiais e Turmas Recursais.Viviane Moura
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