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 25/08/2017   09:46 

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Infância e juventude: MT participa de workshop

Uma delegação de Mato Grosso participa do quinto e último workshop "Um debate sobre a Proteção Integral da Infância e da Juventude", que ocorre nos dias 24 e 25 de agosto, no auditório do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. O objetivo do evento é reformular o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e o Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas (CNCA), além de discutir assuntos relacionados à infância e juventude.
 
Essa edição é direcionada a magistrados, promotores e servidores da Justiça da região Centro-Oeste e do estado de Tocantins. O workshop na capital federal é o quinto de uma série de encontros organizados pela Corregedoria Nacional de Justiça em 2017. O primeiro ocorreu em Maceió, em abril. O segundo foi realizado no Rio de Janeiro, em maio. Belém sediou o terceiro, em junho, e o quarto encontro foi no início de agosto, em Curitiba.
 
Mato Grosso é representado pela coordenadora-geral da Coordenadoria de Infância e Juventude (CIJ), desembargadora Antonia Siqueira Gonçalves Rodrigues, pela juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) Jaqueline Cherulli, pelos juízes da infância Gleide Bispo dos Santos (Cuiabá), Jorge Alexandre Martins Ferreira (Cuiabá), Maria das Graças Gomes da Costa (Rondonópolis), Silvia Renata Anffe Souza (Sorriso) Valter Fabrício Simioni da Silva (Jaciara), pela secretária executiva da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Elaine Zorgetti, e pela servidora da CIJ Wanderléia da Silva Dias.
 
Programação - As atividades foram abertas pela ministra Carmem Lúcia, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), e pelo ministro João Otávio de Noronha, corregedor Nacional de Justiça. “Adoção é um tema especial. E por assim ser, o ministro Noronha se comprometeu e assumiu a responsabilidade de transformar o Cadastro Nacional de Adoção, que foi concebido para que houvesse igualdade entre os adotantes e que não tivesse a burocracia como óbice. Uma sociedade que não acalenta suas crianças é uma sociedade sem comprometimento com o futuro” disse a ministra.
 
No primeiro dia as discussões abordaram temas como a proteção da criança e do adolescente, direitos das mulheres encarceradas e seus filhos, a durabilidade dos processos de adoção, novas composições familiares, entre outros. Ainda houve apresentações dos painéis de boas práticas, durante os quais juízes mostraram projetos de sucesso executados, voltados para a área da infância e juventude.
 
 
Assessoria de Comunicação CGJ-MT (com informações do CNJ)
Foto capa: CNJ
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