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 05/02/2018   18:30 

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Metas do extrajudicial são discutidas em reunião

As 20 metas relativas aos serviços extrajudiciais estabelecidas pela Corregedoria Nacional de Justiça para os Estados em 2018 foram apresentadas e debatidas em reunião coordenada pela corregedora-geral da Justiça em Mato Grosso, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, no dia 31 de janeiro. “Em 2017 focamos nossas atividades na prestação jurisdicional e na redução da taxa de congestionamento. Este ano vamos continuar com esses objetivos, em busca do selo diamante, somados aos desafios do foro extrajudicial”, frisou a magistrada.
 
As metas do extrajudicial devem ser cumpridas até junho, segundo a Corregedoria Nacional. Elas foram instituídas para padronizar sistemas e procedimentos e uniformizar as questões em todo o país. A corregedora mato-grossense ressaltou que é um grande desafio e que diversas estratégias já foram traçadas, incluindo a realização de correições nas 243 serventias do Estado a partir de fevereiro. “Nosso Estado tem um território com dimensão continental e localidades de difícil acesso, mas certamente conseguiremos cumprir essas metas. Além disso, será uma oportunidade de conhecermos a real situação do serviço extrajudicial”, avaliou.
 
Maria Aparecida Ribeiro ainda informou que a ‘Meta 10 - Fomentar atividades de ofícios da cidadania’ está suspensa pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em face de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade. Participaram do encontro juízes e servidores que compõe a recém-criada equipe responsável pelos assuntos extrajudiciais na CGJ-MT, conforme a Portaria nº02/2018-CGJ (link - https://corregedoria.tjmt.jus.br/arquivo/a87c8577-f8fb-4711-889b-5fdd24544c20/portaria-n-02-2018-cgj-pdf). A publicação desse documento implica no cumprimento da ‘Meta 1 - Instituir equipe responsável pelos assuntos extrajudiciais’. A equipe será coordenada pelas juízas Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva e Adair Julieta da Silva.
 
Confira abaixo as metas do foro extra:
 
1ª: instituir equipe responsável pelos assuntos extrajudiciais;
 
2ª: criar um ciclo de correições anual;
 
3ª: realizar fiscalização contábil, financeira, trabalhista e tributária nos serviços extrajudiciais;
 
4ª: fiscalizar o fornecimento de informações do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (SIRC);
 
5ª: fiscalizar os serviços prestados de forma eletrônica pelos cartórios;
 
6ª: fiscalizar o sistema Justiça Aberta;
 
7ª: desenvolver e implantar selo digital com QR Code;
 
8ª: disponibilizar uma página no site do Tribunal de Justiça com informações exclusivas sobre o serviço extrajudicial;
 
9ª: entabular com a ouvidoria dos tribunais reclamações sobre extrajudicial;
 
10ª: fomentar atividades de ofícios da cidadania (SUSPENSA);
 
11ª: desenvolver estudo para reestruturação dos serviços extrajudiciais;
 
12ª: promover concurso para provimento e remoção dos serviços vagos há mais de seis meses
 
13ª: fiscalizar cumprimento do teto remuneratório dos interinos;
 
14ª: intervir nas demandas sobre teto remuneratório;
 
15ª: realizar levantamento da existência de nepotismo em nomeação de interinos;
 
16ª: fiscalizar o cumprimento da Resolução CNJ 80;
 
17ª: fiscalizar o cumprimento para que sejam declarados nulos e ineficazes os atos que tenham por objeto a ocupação, domínio e posse de terras indígenas;
 
18ª: determinar que sejam cancelados os registros e matrículas de imóveis rurais nos termos da Lei nº 6.739/1979;
 
19ª: determinar e fiscalizar o encerramento das transcrições com a consequente abertura da matrícula de imóveis;
 
20ª: regulamentar e encaminhar proposta de lei sobre atuação e remuneração do juiz de paz.
 
 
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Ana Luíza Anache
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
corregedoria.comunicacao@tjmt.jus.br
(65) 3617-3571/3777