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 27/04/2018   18:38 

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PJMT comemora o Dia Mundial do Trabalho

Trabalho, substantivo masculino, que, de acordo com os principais dicionários do país, possui diversos significados, mas que efetivamente pode ser resumido em dois principais: conjunto de atividades produtivas ou intelectuais exercidas pelo ser humano para gerar uma utilidade e alcançar determinado fim, e atividade profissional, regular, remunerada ou assalariada, objeto de um contrato trabalhista.
 
Para ilustrar a relevância, no Dia Mundial do Trabalho (1º de maio), dos serviços oferecidos pelo PJMT e homenagear aqueles que de fato constituem a Justiça mato-grossense, o Portal registra a visão de profissionais que fazem parte da Justiça de Mato Grosso.
 
A instrutora do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) do PJMT, Ana Teresa Pereira Luz, é servidora há 25 anos e afirma que o sentimento é de muita alegria, justamente porque sempre faz aquilo que ama. “Trabalhei na área criminal e hoje trabalho com a composição. É muito prazeroso poder participar da pacificação social. As pessoas chegam resistentes e saem sempre felizes, satisfeitas com a resolução do conflito”, diz.
 
Ana Teresa destaca ainda que sempre procura ver a pessoa, o ser humano, além daquele processo ou crime cometido. “Amo o que faço e talvez seja por isso que trabalho com tanta garra há tanto tempo”, afirma a instrutora, que também é mediadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) trabalha com soluções alternativas para os conflitos existentes, através da mediação.
 
O juiz titular da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, Jamilson Haddad Campos, também realiza um importante trabalho aos jurisdicionados. O magistrado julga todos os dias casos que revelam o ciclo de violência sistêmica enraizado em nossa sociedade. “O trabalho dignifica o homem, então me sinto muito feliz e agraciado por exercer essa profissão tão honrosa, que busca a pacificação social. Tento exercer a prestação jurisdicional da melhor forma possível, por um viés humanitário, enxergando a condição humana e, para isso, tento me manter aperfeiçoado sempre”, assegura Jamilson.
 
O magistrado também destacou a participação dos servidores nos serviços prestados aos cidadãos. “São imprescindíveis à Justiça, porque representam os braços do Poder Judiciário que nos auxiliam a oferecer o serviço jurídico. Somos uma família, com um trabalho de tamanha relevância à sociedade”, sublinha.
 
A gestora da Central de Conciliação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Fórum da Capital, Marta Maria Rezende, tem como rotina receber pessoas hipossuficientes a procura de auxílio sobre os mais diversos assuntos. A gestora enfatiza que se sente honrada por fazer parte do PJMT, auxiliando aos que necessitam.
 
“O Cejusc é um departamento onde temos contato direto com a população carente, orientando e aconselhando quando é preciso. São pessoas humildes, que muitas vezes não têm nem um documento de identificação. É singular poder auxiliar quem precisa, para que essas pessoas possam ter cidadania ou até mesmo a resolução de um conflito através de métodos consensuais”, finaliza Marta Maria.
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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