Projeto da CGJ-MT é boa prática no 78º Encoge
O projeto Omni, idealizado e desenvolvido pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), foi apresentado como boa prática no 78º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), quarta-feira (13 de junho), em João Pessoa (PB). ‘Omni – Transformando dados em Inteligência de Negócio Judicial’ foi o tema da palestra proferida pelo juiz auxiliar da CGJ-MT Aristeu Dias Batista Vilella, pelo diretor do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), Reginaldo Cardozo, e pelo assessor de projetos de sistemas do Dapi Uiller Prado. “Hoje, temos tribunais com até 75 formas de transformar aquilo que ele produz em dados, que envolvem os sistemas que gerenciam os processos físicos, PJe, Projudi, sistemas diversos da Justiça Federal, além de programas de Recursos Humanos, Finanças e de toda a parte administrativa. O Omni veio para agrupar tudo isso numa única base de dados”, declarou Aristeu Vilella. Conforme o magistrado, atualmente as informações extraídas dessa base de dados padronizada e estruturada são transformadas em conhecimento por meio de uma ferramenta de business intelligence.
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Em breve será possível saber, com a plataforma de análise de dados Qlik, quantos processos existem de indenização na base; quantos juízes e juízas existem no Estado; quantas sentenças faltam ser proferidas pelo magistrado de determinada unidade”, exemplificou o juiz auxiliar, ressaltando que a exposição sore o Omni no 78º Encoge foi uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para que a tecnologia fosse transmitida a todos os Estados. “Trabalhamos de maneira semelhante, lançando dados em sistemas distintos, como se fossem ilhas. Esse banco unifica as ilhas e, consequentemente, nós temos uma melhoria na administração, visto que fica mais fácil detectar problemas e corrigi-los”, reforçou.
Em breve será possível saber, com a plataforma de análise de dados Qlik, quantos processos existem de indenização na base; quantos juízes e juízas existem no Estado; quantas sentenças faltam ser proferidas pelo magistrado de determinada unidade”, exemplificou o juiz auxiliar, ressaltando que a exposição sore o Omni no 78º Encoge foi uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para que a tecnologia fosse transmitida a todos os Estados. “Trabalhamos de maneira semelhante, lançando dados em sistemas distintos, como se fossem ilhas. Esse banco unifica as ilhas e, consequentemente, nós temos uma melhoria na administração, visto que fica mais fácil detectar problemas e corrigi-los”, reforçou.
Avaliação – A corregedora-geral da Justiça, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, parabenizou e agradeceu à equipe pela apresentação no encontro de corregedores. “Vocês foram sensacionais e contribuíram para o evento de forma brilhante”, afirmou. “Parabéns a todos os envolvidos, espacialmente à equipe do Dapi que foi muito bem representada em João Pessoa”, acrescentou a coordenadora da Secretaria da CGJ-MT, Karine Lozich Dias. Reginaldo Cardozo agradeceu à corregedora pela confiança no projeto e na equipe, e também parabenizou os servidores do Dapi diretamente envolvidos na inciativa e os que seguram as demandas durante a blindagem do grupo que atua no Omni. Em nome do Escritório de Ciência de Dados (ECD), Uiller Prado comemorou a oportunidade de disseminar o conhecimento para outros Estados e devolveu os parabéns à desembargadora corregedora por ser a responsável pela diretriz do trabalho executado. “Obrigado por confiar na propriedade intelectual da equipe”, finalizou.
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Ana Luíza Anache (Com informações do TJPB)
Fotos: TJPB
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