Servidores aprendem sobre gestão de riscos no PJ
Com o objetivo de disseminar informação quanto às melhores práticas políticas e metodológicas de minimizar os níveis de riscos aceitáveis em uma instituição pública, a Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso deu início ao Programa de Capacitação em Gestão Estratégica. O curso é executado nesta quinta e sexta-feira (28 e 29 de junho) e reúne 30 servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O tema abordado nesses dias é a Gestão de Risco e está sendo apresentado pelo consultor Valter Tavares Nunes. De acordo com o profissional, toda instituição precisa de um programa de gestão de risco, pois todas as vezes que temos de fazer uma entrega da instituição como produto, é necessário que se trabalhe para mitigar os riscos e tenha a mínima interferência externa possível.
“A gestão de risco é regida por legislações e sustentada por princípios (pilares), entre eles o primeiro é muito importante, a disseminação do conhecimento. As pessoas precisam saber como é a funcionalidade da gestão de risco; ter a capacidade de elaborar as próprias políticas de gestão de risco sob o ponto de vista da gestão estratégica da organização e, consequentemente, ter os procedimentos e ferramentas adequadas para que faça o gerenciamento de risco tanto por projeto quanto por processo”, explica o consultor.
Lotado em uma área acostumada a gerir riscos, o coordenador de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (CTI/TJMT), Thomas Caetano, ressalta que o curso é uma continuidade de práticas que a TI já adota. “A Tecnologia da Informação, em especial, já aplica a Resolução 182 que determina a utilização de mapeamento de riscos nas contratações e também já realiza o gerenciamento de risco, exigido pela norma. Mas, hoje, com o curso, buscamos aprimorar esse conhecimento. A gestão de risco é essencial para que a Instituição amadureça, faça melhores contratações e gerencie os riscos, dando mais segurança para o alcance dos objetivos.”
Entre os objetivos do curso estão também o despertar dos gestores para a importância da gestão de risco, a conscientização quanto à relevância da documentação dos riscos identificados e suas respostas, bem como a elaboração de controles internos para o monitoramento dos riscos por meio de vivência prática.
Keila Maressa/ Foto: Otmar Oliveira (F5)
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