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 28/08/2018   17:36 

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Magistradas de MT prestigiam posse em Brasília

A corregedora-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, prestigiou a posse do novo corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, nesta terça-feira (28 de agosto), em cerimônia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A magistrada foi acompanhada pela desembargadora Maria Erotides Kneip e pelas juízas auxiliares da CGJ-MT Ana Cristina Silva Mendes e Jaqueline Cherulli. A posse foi presidida pela ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ, e contou com a presença de diversas autoridades políticas e jurídicas.
 
Em seu discurso, o ministro destacou a transparência como palavra de ordem “Desde já, gostaria de frisar que a função da Corregedoria Nacional de Justiça continuará sendo marcada pela difusão de um valor que foi muito caro aos meus antecessores e que para mim é incontornável: o compromisso com a transparência. Esse compromisso se expressa na necessidade de fazer com que os magistrados estejam mais próximos da sociedade, para que o cidadão possa conhecer o seu juiz”, disse Humberto Martins.
 
Sobre o papel da Corregedoria como fiscal de conduta, o ministro reforçou que será inflexível diante de atuações que fujam dos padrões esperados. Todavia, afirmou que a aplicação de reprimendas, apesar de se fazer necessária, não deve ser o único foco de seu trabalho. “A atuação da Corregedoria deve ser mais ampla, devendo assumir principalmente o papel de um órgão que examina as situações, detecta eventuais falhas ou deficiências na atuação dos órgãos e propõe soluções e boas práticas que busquem a melhoria e a modernização das atividades administrativas e jurisdicionais”, completou.
 
Perfil - Natural de Maceió, o ministro Humberto Martins era vice-presidente do STJ antes de assumir a Corregedoria do CNJ. Ele se formou em direito pela Universidade Federal de Alagoas e em administração de empresas pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió. Exerceu a advocacia durante muitos anos, foi procurador do Estado de 1982 a 2002, bem como presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas por dois mandatos. Em 2002 foi indicado para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça.
 
Em 2006, chegou ao STJ, onde exerceu diversos cargos. Presidiu as Comissões de Jurisprudência e Coordenação, foi corregedor-geral da Justiça Federal, diretor do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal, presidente da Turma Nacional de Uniformização (TNU), ouvidor do STJ, diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
 
Ana Luíza Anache (com informações do CNJ)
Fotos: CNJ e CGJ-MT
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