Presidente vistoria obras de fórum de Primavera
O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rui Ramos Ribeiro, visitou na quinta-feira (23 de agosto) as obras do novo fórum de Primavera do Leste (231km de Cuiabá). A nova estrutura já conta com cerca de 11% das obras conclusas e substituirá o atual espaço, que possui 25 anos. O fórum abrigará oito varas com possibilidade de expansão no futuro, por conta da arquitetura em blocos. O desembargador frisou sua preocupação em priorizar as obras no Primeiro Grau e abrir caminho para a administração do próximo gestor no Poder Judiciário. “Nós precisamos avançar estruturalmente para abarcar toda a demanda crescente de serviços que são solicitados pela sociedade. Para isso, tenho a preocupação em dar um ambiente adequado, moderno e absolutamente necessário para que servidores, magistrados, operadores do Direito e a própria sociedade sejam recepcionados e atendidos de forma célere, sustentável e pensando no futuro”, comentou Rui Ramos.
A visita serviu para fiscalizar as obras que estão na fase de conclusão das vigas baldrames e construção da superestrutura. “O andamento está em pleno vapor e nós avançamos quase 0,5% além do previsto nesta medição. Hoje temos 10,78% de obras concluídas. A previsão de entrega é no mês de agosto de 2019. Um fórum absolutamente moderno, com estrutura para comportar oito varas – sendo três criminais e cinco cíveis. Temos 75 pessoas trabalhando com afinco nessa obra”, comentou o diretor de Infraestrutura do TJMT, Diogo Gonçalves. O juiz diretor do Fórum de Primavera do Leste, Alexandre Delicato Pampado, enalteceu que o compromisso firmado pelo desembargador está sendo cumprido e realiza o anseio de profissionais do Direito no município. “Esse fórum é um sonho dos servidores e de todos que precisam dos serviços judiciais aqui em Primavera do Leste. Apesar dos entraves burocráticos que enfrentamos, o desembargador Rui Ramos demostrou suas preocupação pessoal conosco e cumpriu o que havia prometido. Prova disso é a proximidade com que acompanhou os andamentos das obras e deu início a essa ordem de serviço. Estamos contentes com o comprometimento do presidente e o andamento dessa nova fase de construção”, ponderou o magistrado.
Preocupação com o servidor - A diretora-geral do fórum, Cleide Vivian de Oliveira, pontuou que os servidores receberam com alegria a comitiva do presidente Rui Ramos. “Nós podemos perceber que ele está realmente interessado nos servidores e magistrados que aqui atuam. Avalio como de extrema importância essa visita, pois ele demostra que está de olhos e ouvidos abertos para nossas dificuldades e sugestões”, disse.
A gestora lembrou que recentemente a equipe do Tribunal de Justiça enviou kits de ergonomia para atender os servidores. “Foi uma visita completa, porque antes de mais nada o presidente veio apertar nossas mãos, ouvir nossas histórias e passar um tempo – mesmo que rápido – conosco. Depois deu andamento as vistorias pessoais no canteiro de obras, para abrir caminho e facilitar o trabalho dos próximo gestores”, comentou.
Novo Fórum
O terreno para o novo fórum possui uma área total de 23 mil metros quadrados – sendo 5.739 m² de área construída – e as obras devem custar aproximadamente R$ 16 milhões. O atual fórum tem seis varas, sendo uma criminal, quatro cíveis, um juizado especial e o Centro de Conciliação, que foi instalado em uma faculdade local, por falta de espaço.O novo fórum contará com cinco varas cíveis, três criminais, Tribunal do Júri, um bloco para servidores terceirizados, um bloco para administração e um bloco para informações que também abrigarão poderes como Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil. Ao todo, a nova estrutura poderá abrigar até 10 varas.
O novo prédio ficará muito bem localizado, próximo a outros órgãos como Justiça do Trabalho, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, entre outros. O atual fórum foi instalado no ano de 1992 e depois disso teve uma reforma em 1998. Mas já apresenta problemas estruturais, como vazamentos e falta de acessibilidade para os jurisdicionados.
Ulisses Lalio
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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