Corregedoria ouve advogados em Tangará da Serra
O Programa Corregedoria em Ação ouviu representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público e oficiais de Justiça de Tangará da Serra. O objetivo é identificar as dificuldades regionais do Judiciário e agir em conformidade com os operados do Direito para sanar problemas e ofertar melhores serviços à população.As Comarcas de Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Denise, Nova Olímpia, Porto Estrela e Sapezal, fazem parte do Polo VI de Tangará da Serra. Eles foram representados durante a reunião realizada na sede da 10a Subseção da OAB. “Recebemos hoje o Corregedoria em Ação. Devemos aproveitar a oportunidade e tentar sanar nossas dúvidas e também solicitar o atendimento de várias demandas. Aproveitemos a oportunidade”, disse o presidente da subseção OAB Tangará, Franco Ariel Bizarello dos Santos.
O corregedor, desembargador José Zuquim Nogueira, ouviu atentamente as manifestaçõres. Ele foi acompanhado dos juízes auxiliares, Emerson Luiz Pereira Cajango e Christiane Costa Marques Neves, além da juíza Cristiane Padim e do desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, este dois últimos representantes do Nupemec. “Eu vi que está escrito na camiseta da equipe: Corregedoria em Ação. Esperamos que de fato se cumpra o que está escrito. Faz 40 anos que advogo em Mato Grosso e me considero bastante militante. Gostaria que o corregedor verificasse a forma e o tempo em que exercemos a advocacia. Precisamos de providências, queremos andamentos céleres”, disse o advogado Luiz Mariano Bridi.
“Acho que é isso mesmo que o Judiciário deve fazer. Sair da Capital e olhar para o interior. Ouvir e conhecer nossas dificuldades. Muitas vezes somos taxados de inoportunos quando tentamos resolver problemas que não deveriam existir”, acrescentou o advogado André Ferreira Campos. "Vamos consignar na nossa ata todas as maifestações e vamos tomar providências. Algumas coisas são difíceis, mas outras tantas são possíveis de serem resolvidas. O Judiciário deixou de trabalhar apenas com a Judicialização. Estamos criando novos ferramentas, trabalhando o pré-processual, o eletrônico. Estamos agindo. Estamos mudando conceitos. O Judiciário sozinho não existe. Precisamos ouvir os senhores e mudamos muitas coisas juntas. Reconheço nossas deficiências, mas não devemos deixar de trabalhar para melhorarmos e é isto que estamos fazendo. Ouvi-los para melhorar”, concluiu o corregedor, que ainda citou que novos núcleos serão criados. Eles têm demonstrado eficiência nos andamentos e agilidade processual.
Na sequência o representante do Ministério Público foi recebido no fórum. O promotor José Jonas Sguarezi Junior, disse que a relação com o Judiciário é excelente. “Nosso juízes criminais são excelentes. As ações desta natureza tem sido a contento. Só registrar meus elogios aos magistrados de Tangará da Serra”, considerou o coordenador da Promotoria. A última agenda do dia foi cumprida com representantes do Sindicato dos Oficiais de Justiça/Avaliadores do Estado de Mato Grosso (Sindojus). Durante a reunião os oficiais fizeram várias proposições e indicações ao corregedor que disse que tudo será avaliado e o que for justo e dentro da legalidade e possibilidade, poderá ser atendido. “O corregedor é sensível ao temas de interesse da sociedade e quer o que todos do Judiciário queremos. Melhores condições”, considerou o presidente do Sindojus, Jaime Rodrigues.
Os trabalhos em Tangará da Serra continuam ao longo deste sábado (11/12), entre 8h30 e 18h, na reunião com os magistrados do Polo VI. Metas CNJ; Núcleo 4.0; Juízo 100% Digital; Auditoria Remota; Ranking; Selos CNJ, serão apresentados pelo coordenador da CGJ, Flávio de Paiva Pinto e juízes auxiliares, Emerson Luis Pereira Cajango e Christiane da Costa Marques Neves. No período da tarde os juízes auxiliares da Vice-Presidência, Aristeu Dias Batista Vilella e Edson Dias Reis falarão sobre o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas (Nugepnac), na sequência será a vez do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), com o presidente, desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira e a juíza-coordenadora, Cristiane Padim da Silva.
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Ranniery Queiroz/ Fotos: Adilson Cunha
Assessor de Imprensa da CGJ/MT











