Workshop discutirá prevenção às drogas ilícitas abordando lições de vida unidas à ciência
No dia 27 de agosto, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realiza o workshop ‘Freemind - Lições de vida consubstanciadas na ciência da prevenção às drogas ilícitas’. O evento será realizado das 13h30 às 17h30, em parceria com a Comissão de Drogas Ilícitas do TJMT. Para assistir, basta se conectar ao canal do TJMT no YouTube, na TV Assembleia (canal 30.1) ou Facebook da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Paralelamente, cumprindo todas as regras sanitárias, o evento também contará com a presença de convidados na sede da Esmagis no Tribunal de Justiça.
Na ocasião, será discutido sobre as ações preventivas às drogas lícitas e ilícitas baseadas em evidências científicas, bem como definidas estratégias no âmbito do Sistema de Justiça do Estado de Mato Grosso. O evento é voltado para magistrados, especialmente aqueles que compõem a Comissão de Drogas Ilícitas do TJMT, e também para servidores do Poder Judiciário, integrantes do sistema de Justiça e ainda para o público em geral que trabalha na prevenção da drogadição.
Na programação constam palestras e debates os quais serão proferidos pelos coordenadores nacional da Mobilização Freemind, Paulo Vicente Martelli e Denise Miguel Ferreira Martelli. Eles falarão sobre o programa que tem o mesmo nome. Na sequência, a secretária-adjunta de Segurança Pública (Sesp), Lenice Silva dos Santos Barbosa, apresenta ações de prevenção implementadas em Mato Grosso pela pasta.
De acordo com o desembargador Mário Kono, presidente da comissão de drogas ilícitas, esse trabalho preventivo busca resultados melhores não só para o Poder Judiciário, mas para o país como um todo. “O Poder Judiciario cada vez mais se inova. É preciso que possamos trabalhar a prevenção não só das questões das drogas, mas de toda e qualquer ação que possa resultar em conflito ou problema social. Precisamos utilizar cada vez mais o sistema multiportas de forma ativa.”
O magistrado ressaltou ainda que questões como a drogadição “não podem esperar até que cheguem ao Poder Judiciário para serem resolvidas. Elas precisam ser trabalhadas desde a infância por meio de prevenção não só nas escolas e nas famílias, mas também por meio de comunidades de bairro, órgãos públicos, rotary e maçonaria, por exemplo.”
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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