Varas especializadas e cível de Cuiabá e Várzea Grande passam por correição ordinária
A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) segue com os trabalhos de correição presencial nas unidades judiciárias de Cuiabá e Várzea Grande. Entre os dias 7 a 10 de junho, serão visitadas sete unidades. O intuito é realizar um trabalho de análise profunda das atividades e rotinas das unidades. A população também poderá fazer parte do momento deixando sugestões, críticas ou elogios. Para facilitar o contato um número de Whastapp foi disponibilizado: (65) 3617-3620. Também será possível mandar mensagens para o telefone por meio do QR Code, que ficará disponível nas unidades judiciárias. Aponte sua câmera do celular para o QR Code. A equipe coordenada pelo juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luis Pereira Cajango, com o apoio do juiz auxiliar da CGJ, João Thiago de França Guerra, visitará no dia 7 de junho a 1ª e 3ª Varas Especializadas em Direito Bancário de Cuiabá, no dia 8 de junho é a vez da 4ª Vara Especializada em Direito Bancário e do Juizado Especial da Fazenda Pública de Cuiabá. Já no dia 10 de junho serão correicionados o 1º, 2º e 6º Juizados Especiais Cíveis de Cuiabá.
Durante as correições serão examinados processos, livros, papéis, atos e tudo mais que se relacionar com os trabalhos forenses. Além disso, indicadores serão monitorados como: quantidade de processos arquivados, conclusos e paralisados, percentual de atendimento e quantidade de audiências marcadas e julgadas. A partir desses números, a Corregedoria identifica se as rotinas e a produtividade das unidades judiciais estão adequadas ou se a vara precisa de auxílio para cumprir as metas.
Correições - Segundo portaria do TJMT/CGJ N°41, de 30 de março, as correições ordinárias presenciais nas unidades judiciárias serão realizadas no período de abril a setembro de 2022, nas Comarcas de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Rondonópolis.
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Descrição de imagem: Foto 1 – Arte que traz o QR Code para acessar o whatsapp disponibilizado para sugestão, crítica ou reclamação das unidades judiciárias.
Larissa Klein
Assessoria de imprensa CGJ











