Ferramenta inovadora permite acompanhar semanalmente execução do planejamento estratégico
Com vistas a cumprir a missão “Solucionar conflitos, garantindo a prestação jurisdicional efetiva e transparente, buscando a pacificação social e a manutenção do Estado democrático”, o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Planejamento (Coplan) do Tribunal de Justiça, acompanha a execução dos projetos que compõem o Plano de Diretrizes e Metas 2021-2026 da instituição. Nesta semana, a equipe da Coplan realizou reuniões de chek-in de monitoramento de OKRs (Objectives and Key Results), ou Objetivos e Resultados Chave, em tradução livre. Trata-se de uma metodologia de gestão ágil com foco em resultados-chaves, muito usada em ambientes corporativos. Dentre as características desta metodologia destaca-se: maior alinhamento entre as equipes e a estratégia, maior autonomia das equipes, foco na transparência, estimular a conquista de resultados desafiadores, maior fluxo na comunicação e ciclos curtos para acompanhamento do progresso e correção dos erros de forma mais rápida.
As reuniões de chek-in ocorreram de forma virtual, por no máximo 15 minutos, com a equipe da Coordenadoria Administrativa (CADM), da Coordenadoria Financeira (CFIN) e da Vice Diretoria Geral, na tarde de quinta-feira (16). Na tarde desta sexta-feira (17), outra rodada de reuniões de monitoramento foram realizadas com as equipes do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), da Coordenadoria de Recursos Humanos (CRH) e da própria Coplan, que tem seu próprio planejamento e metas a cumprir. “Esta ferramenta auxilia nas entregas planejadas para curto, médio e longo prazo, dentro do Plano anual de Diretrizes e Metas. Para os gestores é um ponto de controle para dar efetividade à gestão”, afirma a coordenadora Administrativa do Tribunal, Bruna Penachioni.
“Esta e uma ferramenta muito boa, traz muita praticidade para que a equipe tenha uma visão clara do que está sendo executado do planejamento”, afirma a coordenadora financeira do TJMT, Ilman Lopes.
“É uma ferramenta inovadora e que realmente quando bem usada, com toda a orientação que a Coplan já deu, tem um efeito enorme. Um dos pontos positivos dessa métrica é o impulsionamento rápido do início de uma gestão. Antigamente mediamos após os 100 dias e agora são os OKRs, que são aferidos lá em março, início de abril. É algo muito mais palpável”, avalia a vice diretora-geral, Claudenice Deijany Farias de Costa.
As reuniões por videoconferência são semanais e seguem algumas diretrizes (roteiro), com objetivo de avaliar o progresso do objetivo e resultado chave, os chamados OKRs, para isso se observa o percentual de atingimento da meta, analisa o desempenho das atividades programadas e verificam-se as evidencias do progresso. Outras finalidades são observar o impacto do não avanço das atividades (problemas detectados); e definir os próximos passos para a semana seguinte.
Esse acompanhamento ocorre após o setor ter fechado a medição da execução é aferida por meio da ferramenta PPM, sigla para Project and Portfólio Management, ou seja, gerenciamento de Projetos e Portfólio. O PPM é um conjunto de projetos, programas e operações gerenciadas em grupo para alcançar objetivos estratégicos para gerar uma visão consolidada dos projetos.
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens: Imagem 1 - Print da tela da videoconferência com os dizeres: Monitoramento de OKRs – Otimização das práticas de Gestão do Poder Judiciário.
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
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