Tribunal de Justiça compartilha sistema Sentinela com Judiciário do Rio Grande do Norte
O
Tribunal de Justiça de Mato Grosso compartilhou o código-fonte do sistema
Sentinela, que oferece o monitoramento em tempo real da disponibilidade do
Processo Judicial eletrônico (PJe), entre outras funções, com o Poder Judiciário
do Rio Grande do Norte, por meio de um termo de cooperação. A ferramenta
tecnológica foi criada pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação do TJMT.
O sistema Sentinela é uma ferramenta do Judiciário que informa aos seus usuários sobre a disponibilidade do Processo Judicial Eletrônico (PJe). Por ele, também é possível emitir certidões de indisponibilidade para que os advogados e defensores públicos, por exemplo, tenham direito à extensão do prazo processual. Além disso, é possível conferir as manutenções programadas previamente. Acesse o Sentinela aqui.
O
compartilhamento do código-fonte do software foi solicitado pelo presidente do
TJ potiguar, desembargador Amílcar Maia, e autorizado pela presidente do TJMT,
desembargadora Clarice Claudino da Silva, após o Sentinela se tornar
nacionalmente conhecido durante apresentação no Encontro Nacional de Tecnologia
e Inovação da Justiça Estadual (Enastic) e na Expojud, neste ano, conforme
relata o coordenador de Tecnologia da Informação do TJMT, Thomás Augusto Caetano.
“Nós
fizemos a exposição desse case no Enastic e na Expojud. Foram ocasiões
em que muitos tribunais viram o software. E o TJ do Rio Grande do Norte entrou
em contato conosco e nós fizemos o termo de cooperação, autorizado pela Presidência.
Então eles devem implementar lá para que os advogados e as partes possam
verificar o funcionamento do PJe do TJRN e retirar as certidões”, explica
Thomás.
Esta
não é a primeira cooperação realizada pela Coordenadoria de Tecnologia da
Informação do Judiciário mato-grossense. De acordo com o coordenador, o sistema
utilizado para votação da nova diretoria do TJMT é cedido pelo TJ do Paraná. “É
uma demonstração da busca por inovação de forma colaborativa. A gente
auxiliando um tribunal colega e também conseguindo aproveitar a experiência e o
aprendizado de outras instituições”, afirma Thomás Caetano.
O
coordenador destaca ainda que a busca pela inovação de forma colaborativa é um
dos objetivos estratégicos que constam na Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação
do Poder Judiciário, disposto pela Resolução 370 do Conselho Nacional de
Justiça (CNJ). “Visando atender a esse objetivo é que a gente faz essas ações
de colaboração e compartilhamento como essas. Uma mão lava a outra e, com isso,
quem tem a ganhar é o Judiciário e a sociedade”.
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
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