Corregedoria realiza oficina para fortalecer gestão de projetos
A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso
promoveu, nos dias 28 e 29 de abril, a 1ª Oficina de Projetos da CGJ, na Escola
dos Servidores, em Cuiabá. O encontro reuniu cerca de 40 servidores que ocupam
cargos de liderança e os juízes auxiliares Jorge Alexandre Martins Ferreira e
Myrian Pavan Schenkel.
A iniciativa teve como objetivo aprimorar os
métodos de gestão dos projetos estratégicos conduzidos pela Corregedoria. Para o
juiz auxiliar Jorge Alexandre, a interação entre os setores e a padronização
dos fluxos de trabalho são fundamentais. “Quanto melhor a gente estruturar os
processos, mais foco vamos ter no que realmente importa”, avaliou.
A programação foi conduzida pelos facilitadores
Uiller Prado, gestor de inteligência de dados do Departamento de Aprimoramento
da Primeira Instância (Dapi), e Gracyelly Arruda, assessora de projetos da
coordenadoria da CGJ. A dupla abordou conceitos do planejamento estratégico
institucional e apresentou as metodologias ágeis mais utilizadas na
administração pública: Scrum, Kanban, Extreme Programming (XP) e Lean.
Além da parte teórica, os participantes puderam
colocar a criatividade para funcionar com dinâmicas para integração da equipe,
depois foram divididos em equipes para elaborar sugestões de ações a partir do
Plano de Gestão 2025/2026.
De acordo com Uiller Prado, a adoção dessas
metodologias é um passo necessário para dar suporte aos projetos prioritários
da Corregedoria. “Os métodos ajudam a organizar as entregas por tema e a
delegar com clareza as tarefas aos times. É isso que sustenta o avanço rumo ao
Selo Diamante do Prêmio CNJ de Qualidade”, destacou.
A secretária-geral da Comissão Estadual Judiciária
de Adoção (Ceja), Elaine Zorgetti Pereira, considerou a oficina enriquecedora.
“Vimos que já usamos muitos desses métodos, mesmo sem conhecer os nomes
técnicos. Agora conseguimos identificar melhor as prioridades do dia a dia”,
comentou.
Abertura - Durante a abertura do evento, o
diretor-geral do TJMT, Flávio de Paiva Pinto, destacou a importância da atuação
estratégica do 1º grau de jurisdição para alcançar resultados sustentáveis para
todo o Poder Judiciário. Segundo ele, o papel da Presidência é fornecer os
meios possíveis para garantir a performance, e o da Corregedoria é a
identificação de problemas e a busca por soluções para alcançar os objetivos
traçados.
“O negócio da Corregedoria é orientar, fiscalizar e
aprimorar o serviço de 1º grau. A CGJ é a mola mestra. Só conseguimos avançar
por meio de projetos, que diagnosticam os gargalos e propõem soluções para que
não se repitam”, afirmou.
Ele reforçou que o foco do TJMT não está apenas em
conquistar o Selo Diamante, mas em manter um padrão elevado de desempenho. “Não
é ser diamante por ser. É chegar e permanecer. O TJMT já tem estabilidade — são
cinco anos consecutivos com o Selo Ouro — e isso se deve ao comprometimento de
vocês”, concluiu.
Larissa Klein / Foto: Josi Dias
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
corregedoria.comunicacao@tjmt.jus.br
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