Mulheres que atuam na Justiça podem responder pesquisa do CNJ até dia 16 de maio
Foi prorrogado até o dia 16 de maio de 2025 o prazo para que magistradas, servidoras e colaboradoras do Poder Judiciário participem da Pesquisa sobre Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Judiciário. A iniciativa busca fortalecer as ações de prevenção, acolhimento e segurança voltadas às mulheres que atuam na Justiça.
A pesquisa é conduzida em alinhamento à Recomendação n. 102/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a implementarem protocolos integrados de prevenção e medidas de segurança institucional. Os dados coletados serão fundamentais para subsidiar políticas de enfrentamento à violência e para promover ambientes mais seguros e acolhedores no sistema de Justiça.
O formulário é totalmente sigiloso e anônimo, com tempo médio de preenchimento de apenas cinco minutos. As perguntas estão divididas em cinco blocos: identificação, conhecimento sobre regulamentações internas, protocolo informativo, protocolo estruturante e rota crítica.
Acesse este link para participar
Prevenção e segurança em foco
O Protocolo Integrado de Prevenção e Medidas de Segurança do CNJ recomenda uma série de ações preventivas, como a criação de canais de denúncia, redes de apoio e estruturação de comissões internas. Também são sugeridas parcerias com outras instituições, além de iniciativas de capacitação, como cursos de defesa pessoal para magistradas e servidoras, e treinamentos específicos para agentes da polícia judiciária e profissionais da saúde que atuam nos tribunais.
Com informações da Agência CNJ de Notícias
Assessoria
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br











