Inscrições abertas para o II Encontro Nacional do FONTET com opção de participação virtual

O Conselho Nacional de
Justiça (CNJ) realiza, nos dias 29 e 30 de julho, o 2º Encontro do Fórum
Nacional do Poder Judiciário para Monitoramento e Efetividade das Demandas
Relacionadas à Exploração do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo e ao
Tráfico de Pessoas (Fontet).
O evento será sediado na Universidade CEUMA – Renascença, em São Luís (MA), com
transmissão simultânea, permitindo a participação virtual de magistrados, servidores
e demais interessados.
Ao longo da programação, serão
debatidos temas relacionados às rotas e características do tráfico de pessoas e
trabalho análogo ao escravo; medidas de repressão; experiências de
pós-resgaste; e novas perspectivas jurisprudenciais. Especialistas também irão
tratar sobre vulnerabilidade e enfrentamento em comunidades tradicionais
quilombolas e ribeirinhas; trabalho escravo doméstico e racismo estrutural; e
escuta qualificada na proteção de vítimas. Estão programados, ainda, painéis
sobre medidas preventivas ao tráfico de adolescentes para a exploração sexual e
sobre a relação entre trabalho infantil e a indústria de games e
inteligência artificial.
O encontro é promovido em parceria entre o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA),
o Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT 16) e o Tribunal Regional
Federal da 1ª Região (TRF 1), com apoio da Escola Superior da Magistratura do
Maranhão (Esmam). A abertura contará com a participação do conselheiro do Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e presidente do Fontet, Alexandre Teixeira, além da
palestra magna do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.
Também participará Pureza Lopes Loyola, cuja trajetória inspirou o filme
Pureza.
Confira aqui a programação completa
Participe presencialmente ou
de forma remota. Inscreva-se aqui.
Dia
de enfrentamento - O evento ocorre em alusão ao Dia
Mundial e Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (30 de julho), dentro
da 11ª Semana Nacional de Mobilização promovida pelo Ministério da Justiça e
pela Campanha Coração Azul das Nações Unidas.
Com informações da Agência CNJ de Notícias e TJMA
Assessoria
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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