Juvam abre cadastro para entidades interessadas em projetos socioambientais em Cuiabá
O
Juizado Volante Ambiental (Juvam) e a Vara Especializada do Meio Ambiente
(Vema) de Cuiabá tornaram público o Edital nº 01/2025 para o cadastramento de
entidades, públicas e privadas, interessadas em desenvolver projetos
socioambientais financiados com recursos provenientes de prestações pecuniárias
aplicadas em processos ambientais. A medida busca ampliar a participação da
sociedade civil na execução de iniciativas que promovam a preservação ambiental
e bem-estar social.
Cuiabá
enfrenta desafios relacionados à gestão ambiental, incluindo a proteção de
áreas verdes urbanas, controle de poluição e educação ambiental. A iniciativa
do Judiciário local está inserida neste contexto, oferecendo às instituições a
oportunidade de contribuir com projetos que tenham impacto direto na qualidade
de vida da população e na conservação do meio ambiente.
As
entidades interessadas terão 30 dias para se cadastrar na sede do Juvam, no Centro
Político Administrativo, mediante apresentação de documentação que comprove a
regularidade jurídica e administrativa da instituição. Podem se inscrever
organizações que atuem em preservação ambiental, segurança pública, educação,
saúde e ressocialização de apenados, desde que seus projetos sejam viáveis,
transparentes e de relevância social.
Conforme
o edital, não poderão receber recursos entidades com fins político-partidários,
que custeiem o próprio Judiciário ou promovam a imagem de magistrados. A
aprovação dos projetos será realizada pelo Juvam, com análise da equipe multidisciplinar
e parecer do Ministério Público Estadual, garantindo que os recursos públicos
sejam aplicados com responsabilidade e transparência.
Os
valores provenientes das penas pecuniárias representam uma forma de utilizar de
maneira socialmente positiva os recursos obtidos em decorrência de infrações
ambientais, fortalecendo a atuação de instituições que atuam na proteção do
meio ambiente e na promoção de políticas públicas de caráter essencial.
Após
a execução dos projetos, as entidades deverão prestar contas em até 15 dias,
sob fiscalização do Judiciário e do Ministério Público, assegurando a correta
aplicação dos recursos.
Flávia Borges
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
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