CNJ abre inscrições para o Prêmio Pena Justa de Jornalismo e Comunicação
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está com inscrições abertas para a
primeira edição do Prêmio Pena Justa/CNJ de Jornalismo e Comunicação iniciativa que vai reconhecer produções jornalísticas e de comunicação
que contribuam para qualificar o debate público sobre o sistema penal
brasileiro. As inscrições são gratuitas e seguem até 17 de agosto.
A premiação integra o Plano Pena Justa e conta com apoio técnico do Programa Fazendo Justiça.
Podem participar jornalistas, estudantes de Jornalismo, assessorias de
comunicação, universidades e pessoas privadas de liberdade ou egressas. São
aceitos trabalhos produzidos entre 14 de agosto de 2025 e 14 de agosto de 2026.
Na categoria "Pessoas privadas de liberdade e egressas", não é
exigida publicação prévia, desde que o conteúdo tenha sido produzido nesse
período.
Categorias
- Jornalismo – Texto: reportagens publicadas em veículos impressos,
portais, sites de notícias e projetos jornalísticos digitais.
- Jornalismo – Áudio: reportagens de rádio, podcasts ou conteúdos
jornalísticos em áudio, com duração de até 40 minutos.
- Jornalismo – Vídeo: reportagens veiculadas em TV, plataformas digitais
ou canais jornalísticos, com duração de até 60 minutos.
- Fotojornalismo: fotografias publicadas em contexto jornalístico.
- Assessorias de Comunicação: conteúdos jornalísticos aprofundados sobre
o sistema penal produzidos por assessorias do Judiciário, do sistema de justiça
ou do Poder Executivo.
- Universidades: produções jornalísticas em texto, áudio ou vídeo
elaboradas por estudantes em veículos-laboratório ou projetos acadêmicos.
- Pessoas privadas de liberdade e/ou egressas: categoria não
jornalística destinada a conteúdos de comunicação em texto, áudio, vídeo ou
imagem, sem exigência de publicação prévia.
Eixos temáticos
Os trabalhos devem abordar um dos oito eixos previstos no regulamento:
relação entre sistema penal e segurança pública; responsabilizações
proporcionais; realidade carcerária; reintegração social; populações com
vulnerabilidade acrescida; políticas públicas, legislação e jurisprudência;
controle, governança e transparência; e implementação do Plano Pena Justa.
Temas de
interesse
Entre os temas de interesse estão superlotação e condições das unidades
prisionais, alternativas ao encarceramento, trabalho e educação no sistema
prisional, políticas de ressocialização, saúde física e mental, acesso à
Justiça, transparência de dados, questões raciais e desafios para implementação
de políticas públicas na área penal.
Produções de alcance local, regional e nacional concorrem em igualdade
de condições. A avaliação levará em conta apenas a relevância, a qualidade e a
originalidade ou criatividade dos trabalhos.
Premiação
Os três finalistas de cada categoria receberão certificado do CNJ e
terão seus trabalhos publicados em um e-book da premiação. Os vencedores
ganharão troféu ou placa comemorativa, viagem a Brasília para participar da
cerimônia de premiação, visita à Casa da ONU e uma viagem para conhecer
iniciativas do programa Fazendo Justiça na área penal, com todas as despesas
custeadas pela organização.
Na categoria "Pessoas privadas de liberdade e egressas", caso
o vencedor ainda esteja em unidade prisional, o prêmio será um curso
profissionalizante na área da comunicação, na modalidade de Ensino a Distância
(EAD), além de material didático.
Com informações da Agência CNJ de Notícias
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
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