Ir para o conteúdo principal
Selo de Transparência
Logo CNJ

 16/04/2015   15:39 

Compartilhe: 

Quarta Vara Criminal recebe consultora ISO

 
A Quarta Vara Criminal de Cuiabá deu mais um passo rumo à certificação ISO 9001:2008 nesta quarta-feira (15 de abril). A equipe do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso se reuniu com o juiz Lídio Modesto Filho e a consultora externa Maria Elisa Macieira. Eles trabalham para definir os indicadores de desempenho da unidade judiciária, índices que impactam na qualidade do serviço prestado à sociedade, tais como taxa de congestionamento de processos e baixa de estoque, por exemplo.
 
 
"Com os trabalhos alinhados à norma de qualidade, a Vara passa a ter metodologia de gestão estruturada, levando à celeridade e à realização de ações que permitam conhecer a evolução 
do desempenho do trabalho, isto é, os problemas que ocorrem com mais frequência (não conformidade) e os tipos de ações que a equipe utiliza para melhorar a prestação 
jurisdicional. Acima de tudo, será possível conhecer qual a percepção do usuário sobre os serviços prestados", explica Maria Elisa Macieira.
 
Os trabalhos também são necessários para fazer o levantamento dos processos de trabalho, mapear competências e funções desempenhadas na Vara, tratar serviços não conformes com a norma, implementar ações corretivas de melhoria no serviço e, principalmente, pesquisar e analisar a satisfação da sociedade.
 
 
Segundo a auditora líder do SGQ, Beatriz Scaff, "aderir à norma de qualidade significa que a Quarta Vara Criminal estará voltada à visão sistêmica, de gestão de processo, de liderança, análises de dados, melhorias contínuas das rotinas e, sobretudo, a busca da satisfação do cliente interno e dos jurisdicionados". Ela afirma ainda que o foco da ISO é o cliente.
 
Parte do resultado esperado já é perceptível como, por exemplo, as metas de sentenciar processos ao final da audiência e o preso já sair da sala sabendo a pena que deverá cumprir e a de julgar mais 
processos que os protocolados. Também já podem ser verificados os objetivos traçados que já são realizados. O magistrado da Vara, Lídio Modesto Filho, cita a depuração do estoque processual arquivado, que elimina todos os bens apreendidos e vinculados à ação. Neste caso, os objetos são enviados para leilão, incineração ou para a Diretoria do Foro para dar destinação.
 
“O trabalho de certificação não é fácil. Conhecer e implementar os procedimentos, elencar as metas e estabelecer prazos exige dedicação de toda a equipe. Mas estamos coesos na força-tarefa e vamos conseguir, tanto que já conseguimos ver resultados imediatos”, conclui o magistrado.
 
Para saber mais sobre o assunto, clique nos links abaixo.
 
 
 
 
 
 
  
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
(65) 3617-3393/3394/3409