Mais bem ou melhor, quando usar?
O artigo do Professor Germano desta semana discute um assunto bem complexo: quando usar o “mais bem” e “melhor”. De acordo com o escritor, o uso da forma analítica - mais bem ou mais mal – “é mais bem acolhida nos dias que correm”. Ele ressalta ainda que às vezes vacilamos entre as duas construções e destaca: “se Machado de Assis e outros expoentes fizeram uso de melhor/pior, que autoridade a nossa para condenar tal uso? Quem ousaria fazê-lo? É do fundador da Academia Brasileira: E foi à estante e tirou um dos relatórios para ser melhor visto”.
O professo cita também que ainda que escritores clássicos estivessem certos, a tendência moderna não está errada. Ele conclui afirmando que além de mais elegante, a forma mais bem e mais mal é mais eufônica. “Nossas orelhas agradecem! O bom senso também”, pontua o Professor Germano.
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Keila Maressa
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