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 14/06/2017   17:49 

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Juíza visita projeto voluntariado em Rondonópolis

A juíza Maria Mazarelo Farias Pinto, da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Rondonópolis (212km ao sul de Cuiabá), visitou a Associação Koblenz Brasil (KoBra) e Ponto de Cultura ‘Harmonia e Evolução’, no dia 8 de junho. Segundo a gestora da instituição, Elisângela Bezerra Vieira, essa foi a primeira vez que uma juíza do Poder Judiciário Estadual visitou o centro juvenil em mais de 30 anos de funcionamento.
 
A magistrada foi acompanhada pela juíza federal Juliana Maria da Paixão Araújo e pela psicóloga do Programa Bem Viver Marcilene Célia Proto Gon Zaiden. A equipe conversou com um grupo de aproximadamente 40 crianças, contando exemplos de vida e repassando orientações no sentido de estimular o estudo e a perseverança em busca de uma profissão.
 
Maria Mazarelo contou sua trajetória e como a força de vontade foi determinante para conseguir realizar o sonho de ser juíza. Juliana Araújo pediu que as crianças aproveitem a oportunidade de ter um lugar como o KoBra, que as auxilia a estudar e as estimula a praticar atividades diversas como leitura e teatro. Na sequência houve uma apresentação teatral sobre a importância de preservar o meio ambiente, feita pelos beneficiários do projeto.
 
Conheça o KoBra – A Associação Koblenz Brasil é uma entidade filantrópica - com fundadores na Alemanha e uma diretoria no Brasil - que desenvolve diversas ações junto a crianças e adolescentes carentes de Rondonópolis. A instituição possui dois centros juvenis e busca por meio de oficinas culturais retirar crianças e adolescentes da rua e desenvolver um acompanhamento escolar e familiar junto a eles.
 
Saiba mais - O Programa Bem Viver desenvolve o projeto de voluntariado ‘Você Pode Fazer Diferente’ na instituição, desde março deste ano. “O projeto almeja criar oportunidades para o desenvolvimento pessoal, valorização da identidade, cidadania e autoestima. Pretendemos fazer um trabalho para o fortalecimento das crianças e adolescentes envolvidas, por meio da fomentação de leitores reflexivos, conscientes e responsáveis pelas mudanças que desejam”, explicou a psicóloga Marcilene.  
 
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