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 02/08/2017   18:08 

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TJMT adquire ferramenta que reduz erros no PJe

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) tem investido em melhorias para o aperfeiçoamento do Processo Judicial Eletrônico (PJe). O objetivo é promover avanços na correção das falhas do sistema e progressos na usabilidade por parte dos usuários, tanto internos quanto externos. Para isso, a ferramenta C.A. foi adquirida recentemente para todo ambiente de Tecnologia da Informação do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT).
 
A ferramenta propicia condições de configurar todo ambiente informatizado para que ele possa atender o usuário com a melhor qualidade possível, permitindo toda a configuração de infraestrutura do Tribunal de acordo com o uso dos serviços disponibilizados pelo Poder Judiciário.
 
De acordo com o diretor de Conectividade da Coordenadoria de Tecnologia da Informação, Francisco Marcílio, isso reflete nos números. Ele exemplifica com um problema de lentidão ocorrido este mês. Ele relata que quando a falha teve início, no dia 12 de julho, a taxa de erro era de 50% na hora de acessar o sistema. Depois de feitas todas as alterações de infraestrutura e de versionamento do Processo Judicial Eletrônico, as mesmas taxas caíram praticamente a zero em dois dias. “A mudança da versão, juntamente com a ferramenta de monitoramento, nos permitiu acrescentar maior número de computadores/servidores para atender o PJe”, explica.
 
Francisco atribui três fatores para a redução considerável desse índice: configuração de servidores, atualização da versão e a utilização da ferramenta de monitoramento. Ele ressalta que é preciso manter o equilíbrio a todo o momento no ambiente. “Essa ferramenta nos mostra, de uma forma muito mais clara, o que fazer para ficar equilibrado entre demanda e desempenho. Os resultados vieram e os percentuais são muito positivos”.
 
O diretor explica que esse monitoramento permitiu saber o motivo da lentidão da plataforma. Inicialmente a razão estava na robotização, que gerava um gargalo no sistema. A robotização na consulta processual ocorre quando empresas terceiras que prestam informações, normalmente para advogados, acessam o PJe simulando um usuário, com login e senha ou usando certificado digital e fazem consulta de uma forma muito rápida e em um volume muito grande, fazendo com que o ambiente tecnológico ficasse mais lento. “O sistema de monitoramento nos permitiu identificar os problemas e nos deu condições para fazermos ajustes desses equipamentos”.
 
Com essa questão, a Coordenadoria de Tecnologia de Informação informa que há meios corretos para que essas empresas atuem e busquem dados processuais através do modelo nacional de interoperabilidade. O TJMT, por meio da TI, está identificando essas empresas para fazer contato, solicitar e instruir que elas façam o uso correto do mecanismo de interoperabilidade para buscar essas informações.
 
Saiba mais:
 
 
 
 
Dani Cunha/Fotos: Otmar de Oliveira (F5)
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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