Estação: bateristas falam da paixão pela música
No Dia do Baterista, o programa Estação da Arte recebeu, na manhã desta quarta-feira (20 de setembro), os músicos e professores de bateria, Fabrício Roder e Rafael Barreto. Eles falaram sobre sua trajetória, a paixão pela música e também como o gosto pelo instrumento musical começou. A entrevista foi concedida à radialista Maíra Matos e à jornalista Cristina Azevedo.Rafael é baterista na banda Ponto Seis e Fabrício faz parte de bandas com estilo Death Metal, como Venial e Incauto. Ambos trabalham na escola de música Bateras Beat Cuiabá, sendo Rafael professor e Fabrício diretor e também ministra aulas no local.
Os músicos falaram do mercado de trabalho voltado para o estilo de rock no Brasil e também sobre a inicialização musical que fazem para os alunos no Bateras Beat. Segundo eles, os efeitos da música na vida de crianças e adolescentes auxiliam muito na coordenação motora e no raciocínio lógico.
Além de atender crianças a partir de dois anos, eles também recebem adolescentes especiais. “Percebemos o efeito positivo na evolução da criança e também dos jovens, principalmente
nas apresentações na escola. É aí que vemos o resultado das aulas”, pontuou Fabrício.
nas apresentações na escola. É aí que vemos o resultado das aulas”, pontuou Fabrício.Na avaliação de Rafael, a música transforma vidas. Segundo ele, “a arte é sempre importante na vida de todos”.
Rafael contou que a música começou fazer parte da sua vida na igreja. Quando criança, acompanhava seus pais e via os músicos tocando. “Sentia aquela energia boa e isso começou a despertar o interesse de tocar algum instrumento, mas não sabia ainda o que eu queria. Com 13 anos, no colégio, surgiu oportunidade de fazer uma apresentação. Foi aí que comecei tocar bateria”, lembrou.
A ideia de dar aula surgiu há uns anos quando resolveu seguir a carreira de baterista e foi procurar meios para evoluir com isso. Primeiro procurou estudar e se matriculou no Bateras Beat. “Eu já tinha banda e tocava, mas sentia que faltava algo a mais e foi aí que comecei a dar aulas. Costumo dizer que a bateria numa banda é o coração, assim como o nosso coração dá a batida, dá a pulsação, a bateria tem o mesmo contexto numa música”, externou Rafael.
Já Fabrício disse começou a tocar em 1993 em bandas de Cuiabá, sempre com músicas autorais, com composições próprias, mas atualmente a direção na escola tem tomado muito seu tempo. E foi justamente a paixão pela música que o motivou a abrir o Bateras Beat. “Eu trabalhava com publicidade, sou formado em Comunicação, mas sempre tive vontade de empreender com a música. Acabei montado a escola, que é uma franquia que já tem uma estrutura organizada, toda uma metodologia”.
Na avaliação dos músicos um espaço no Poder Judiciário, como o programa Estação da Arte é de grande relevância para que as pessoas conheçam os trabalhos regionais. “É importantíssimo fomentar a arte e a cultura. Isso é essencial”, ressaltou Fabrício.
Rafael compartilha da mesma opinião. Ambos agradeceram a oportunidade. “É importante mostrar a nossa arte e o que nós fazemos, também os artistas em geral da região para esse público aqui do TJ”.
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Dani Cunha/Fotos: Otmar de Oliveira (Agência F5)
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