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 06/09/2017   08:12 

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MT acompanha divulgação do Justiça em Números

Representantes do Poder Judiciário de Mato Grosso participaram da reunião preparatória do XI Encontro Nacional do Poder Judiciário, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. O evento teve início ontem (4 de setembro) e terminou nesta terça-feira (5 de setembro), com o objetivo de expor os dados do relatório Justiça em Números 2017, debater seus resultados, bem como promover o diálogo sobre temas estratégicos, a fim de elaborar as sugestões de metas para 2018 por segmento de justiça.
 
A delegação mato-grossense foi composta pela juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT) Ana Cristina Silva Mendes e pelos servidores Reginaldo Cardozo, Flávio Paiva Pinto e Rodrigo Oliveira. O evento foi aberto pela ministra Cármen Lúcia, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A programação incluiu o painel ‘O Judiciário em pauta’, que teve como palestrantes os jornalistas Eliane Cantanhêde, Frederico Vasconcelos e Míriam Leitão, além da apresentação das propostas de metas para 2018, e trocas de experiências entre os tribunais.
 
Ainda durante a reunião, foram divulgados os dados do anuário Justiça em Números 2017, a principal fonte das estatísticas oficiais do Poder Judiciário e que reúne informações de 90 tribunais. Também foi apresentado o aplicativo Cidadão Aqui, que permitirá à pessoa saber qual é a vara de Justiça ou tribunal mais próximo de sua residência, bem como informações sobre o volume de processos.
 
A ministra Cármen Lúcia disse que as estatísticas servirão de base para fixação e definição de planos, programas e políticas públicas do Judiciário. De acordo com ela, o CNJ tem como competência constitucional fixar as políticas necessárias para que a prestação jurisdicional seja mais eficiente.
 
A reunião preparatória antecede o Encontro Nacional do Poder Judiciário, em que as metas a serem cumpridas pela Justiça no ano seguinte são definidas. “É importante que as metas do Poder Judiciário não sejam feitas em um gabinete fechado em Brasília”, disse a ministra.
  
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Ana Luíza Anache (com informações do CNJ)
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
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